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Autor: Marguerite Duras
Editora: Relogio D'Agua
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O Amante é, em larga medida, um romance autobiográfico.A narradora vive desde a infância com a mãe e os irmãos na Indochina francesa. Tem quinze anos quando, ao atravessar um afluente do Mékong, conhece um chinês rico e experimentado nas lides do amor, por quem se apaixona. Tudo parece separá-los, a idade, a riqueza e os preconceitos, que se opõem a uma relação amorosa entre um asiático e uma europeia.A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho.Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos.Quase tudo parece esbatido pela memória, a adolescente de rosto infantil e precoce com um chapéu de homem e sapatos de baile, ou a mãe, que luta contra a ruína familiar, ou mesmo a escandalizada comunidade branca. Nítido, só o homem jovem numa barcaça, junto da limusina e do motorista. Ele será a personagem nítida, com uma posição clara, a do amante que dá título ao livro.Publicado em 1984, O Amante recebeu o Prémio Goncourt e o Prémio Ritz Paris Hemingway, para o melhor romance publicado em inglês, em 1986.
Título: O amante
ISBN: 9789896417932
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato: 15,1 x 23
Páginas: 96
Ano copyright:
Coleção: Ficcoes
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
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Marguerite Duras nasceu em 1914 no atual Vietnã - que à época ainda era uma colônia francesa, a Indochina - , só foi conhecer a França, país de origem de sua família, em 1932. Engajou-se na Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, foi membro do Partido Comunista até 1950 e participou ativamente do movimento de Maio de 1968. Além de ser escritora - seu romance mais célebre, O Amante, foi vencedor do prêmio Goncourt, a mais importante condecoração literária francesa -, Duras também trabalhou no teatro e no cinema. No filme Hiroshima meu amor, do cineasta francês Alain Resnais, o roteiro é de sua autoria. Ela ainda dirigiu cerca de quinze filmes, entre eles India Song. Seu primeiro sucesso teatral foi Une journée entière dans les arbres, peça encenada em 1965. Duras morreu em março de 1996, em Paris.