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Autor: Rubem Alves
Editora: Paidos BR
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PARA SABER É PRECISO ESQUECER, DESAPRENDER.O Deus que Rubem Alves conhece não cabe em doutrinas, nem é explicado com fórmulas: é o Deus do espanto, da beleza e da dúvida – aquele que habita o silêncio das perguntas e o mais singelo dos cotidianos. Com textos curtos e potentes, o autor compartilha sua fé sem pretensão de ensinar, converter ou arrebatar.“Ridendo dicere severum: rindo, dizer coisas sérias”: assim traz o autor, com humor, lirismo e leveza, sem jamais escapar da profundidade; suas palavras desarmam, acolhem e provocam – como na melhor das amizades –, convidando o leitor a pensar junto, sem medo algum de errar.O Deus que conheço apresenta-se como um livro revelador, que carrega mensagens leves, claras e simples para quem busca entender sobre Deus e religião, e para quem apenas deseja reencontrar um modo mais bonito e honesto de se relacionar com o mistério.Entre ensaios, memórias e divagações, Rubem Alves constrói uma teologia sem instituição, sensível e poética; uma teologia que olha para Deus e vê, acima de tudo, amor, música, riso, e que nos permite, em sua finitude, conhecer também um pouco mais de nós mesmos.
Título: O Deus Que Conheço
ISBN: 9788542237504
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 1,5
Páginas: 192
Ano copyright: 2025
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 2ª
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Autor: Rubem Alves
Rubem Alves (1933-2014), estudou Teologia e foi pastor até 1963. Tornou-se mestre em Teologia pelo Union Theological Seminary (Nova York, EUA) e doutorou-se em Filosofia pelo Princeton Theological Seminary. Foi professor por muitos anos e, no início dos anos 80, tornou-se psicanalista pela Sociedade Paulista de Psicanálise. Possui mais de 50 obras publicadas em diversos idiomas. Autor de crônicas, de livros sobre educação e infantis, ele guia seus leitores pelas paisagens da beleza e considera seus companheiros de viagem filósofos como Bachelard e Nietzsche, poetas como Fernando Pessoa, Adélia Prado e Cecília Meireles. Mineiro, é fácil perceber sua veia de contador de estórias. Mas nota-se também sua vasta cultura, como ele mescla conhecimento com sabedoria e traduz isso numa escrita simples, de frases curtas. O certo é que suas obras nos ajudam a refletir sobre o que realmente importa na vida, a voltar os olhos para o que há de mais humano, para o essencial. É autor, entre outros, de Protestantismo e Repressão, Filhos do Amanhã, Variações sobre a vida e a morte e Ostra feliz não faz pérola, que conquistou o 2º lugar na categoria contos e crônicas no Jabuti 2009.