Historias do pre-modernismo

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Scipione

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Sinopse

Reunião de seis contos de autores consagrados da literatura brasileira do período pré-modernista. Em “Joaquim Mironga”, um sertanejo conta a história de quando lutou como um jagunço para defender o patrão de uma guerra política. “Mágoa de vaqueiro” é a história da filha de um velho vaqueiro que foge com o namorado, deixando ao pai a mágoa da traição. “O boi velho”, obra-prima de Simões Lopes Neto, conta a delicada história de dois bois, apresentando-os de maneira humanizada. Em “Atração da terra”, uma menina de oito anos, que vive com sua família em uma pequena ilha, tem o sonho de conhecer a terra firme. “Dentro da noite” é a história de um jovem que acaba tendo seu noivado desfeito por causa do terrível vício de espetar alfinetes nos braços da noiva. E “O filho da Gabriela” conta a história do filho de uma empregada, que é adotado pelos padrinhos e ex-patrões de sua mãe depois de sua morte.

Dados

Título: Historias Do Pre-Modernismo

ISBN: 9788526285316

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 17 x 24

Páginas: 104

Ano copyright: 2007

Ano de edição: 2012

Edição:

Autor

SIMOES LOPES NETO

João Simões Lopes Neto nasceu em Pelotas, RS, em 9 de março de 1865, e faleceu em 14 de junho de 1916, acometido de grave moléstia. Somente durante a infância teve contato com a vida campeira; aos 13 anos, ingressou no Colégio Abílio, no Rio de Janeiro, matriculando-se, posteriormente, na Faculdade de Medicina, que foi obrigado a abandonar no terceiro ano, porque já estaria gravemente enfermo. Em 1886, retornou a Pelotas, passando a levar uma vida essencialmente urbana, uma vez que sua cidade se encontrava em constante urbanização, sendo um dos pólos culturais importantes do Estado. Seu interesse pelo resgate da cultura gaúcha e a linguagem regionalista utilizada em suas obras levam-nos a crer que o autor faria o tipo "gaúcho tradicionalista", porém seus biógrafos afirmam que ele jamais vestiu uma bombacha e que seus hábitos culturais eram urbanos. Desde que retornou a Pelotas, nunca mais se afastou de sua cidade natal, tendo uma atuação cultural muito importante na comunidade como colaborador ocasional do jornal Diário Popular, redator d’A opinião pública (pseudônimo João do Sul) e como editor do Correio Mercantil. Escreveu, também, muitas peças teatrais, dentre elas O boato (1894), Mixórdia (1894) e Viúva Pitorra (1898), esta última, uma opereta. Em 1912, publicou Contos gauchescos, obra que o notabilizou como um dos maiores escritores da literatura do Rio Grande do Sul. Casos do Romualdo foi publicada após a sua morte, em 1952. (Texto de Everson Pereira da Silva)