O manto do soldado

Autor: Max Gallo
Editora: Bertrand Brasil

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Sinopse

Em sua nova trilogia, Max Gallo – autor do qual a Bertrand Brasil já publicou as séries Os Patriotas e Victor Hugo – apresenta uma fascinante saga histórica ambientada na Idade Média. Os Cristãos traz o surgimento da França cristã por meio de três personagens primordiais: Martinho, o primeiro evangelizador dos gauleses; Clóvis, o bárbaro convertido que unificou a Gália e tornou-se o primeiro rei cristão; e Bernardo de Clairvaux, o grande fundador da ordem cisterciense que preconizou a segunda cruzada. Em O Manto do Soldado, o primeiro volume, Gallo apresenta a discussão entre Julius Galvinius e seu filho, Antonius, na defesa de dois mundos sempre em confronto. Julius pretende convencer seu filho a voltar à tradição, enquanto esse tenta converter o pai à nova fé. O centro da discussão acaba sendo a vida de são Martinho, também dividido entre duas concepções de mundo.Martinho, através de suas preces e solidão, decidiu dedicar-se a Deus. Contudo, Deus preferiu agir de outra forma. Martinho foi eleito bispo de Tours e chamado para converter os pagãos e destruir o antigo culto. Suas armas eram apenas a prece e a prédica. Sua disciplina e a pobreza em que viveu, somadas aos milagres que realizou, fizeram com que surgisse em torno dele uma comunidade cada vez mais crescente e que de pronto o reconheceu como o primeiro mestre cristão.A série Os Cristãos, de Max Gallo, segue com O Batismo do Rei e A Cruzada do Monge, apresentando os outros dois pilares de sustentação da França cristã.

Dados

Título: O manto do soldado

ISBN: 9788528612950

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 266

Ano copyright: 2002

Coleção: Os Cristaos - Vol. 1

Ano de edição: 2007

Edição:

Participantes

Autor: Max Gallo

Tradutor: Eloa Jacobina

Autor

MAX GALLO

Nascido em Nice, França, em 7 de janeiro de 1932, Max Gallo é um filho da classe operária que impressiona pelo talento, cultura e energia criativa. É um dos maiores escritores e historiadores de seu país, sem falar de sua intensa participação política. Na França, foi chamado de "o Alexandre Dumas de nossos tempos". Nos anos 1970, foi editorialista do L"Express; nos anos 1980, dirigiu a redação do diário parisiense Le Matin. Sua produção é assombrosa: romances, séries históricas — como a inesquecível Os Patriotas (romance histórico da Resistência Francesa) —, contos, ficção política e biografias, com destaque para os monumentais Napoleão e Victor Hugo. Gallo tornou-se membro do Partido Comunista em 1956, com o qual rompeu logo depois. Em 1974, aderiu ao Partido Socialista. Em 1981, foi eleito deputado e, em 1983, nomeado secretário de Estado e porta-voz do governo de François Mitterrand. No ano seguinte, tentou desligar-se da atividade política para se dedicar integralmente ao trabalho literário. Mas acabou eleito para o Parlamento europeu, cargo exercido até 1994. Dois anos antes, desligara-se do Partido Socialista para fundar o Movimento dos Cidadãos, do qual foi vice-presidente. Mas em 1994 sua vocação maior exigiu-lhe consagrar-se definitivamente a escrever e o fez abandonar sua atividade política.