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Por que ainda dividimos a humanidade em diferentes grupos de identidade com base na cor da pele? Por que tudo que se alcançou de bom com o Movimento dos Direitos Civis e a descolonização do Terceiro Mundo tem hoje um efeito tão pequeno?Neste livro provocativo, Paul Gilroy mostra que o pensamento de raça distorceu as melhores promessas da democracia moderna. Ele nos leva a perceber que o fascismo foi a principal inovação do século XX – e que o seu poder de sedução não morreu num bunker em Berlim. Será que não estamos a apelar para os mesmos recursos empregados pelos nazistas em seus filmes e sua publicidade quando montamos um espetáculo em torno de nossas identidades e diferenças?Gilroy examina os modos como a mídia e a cultura de mercado tornaram-se preeminentes em nossas vidas desde os anos 1960 e em especial nos anos 1980, época da emergência do hip-hop e outras militâncias. Ele nos mostra que com essa tendência uma grande parte do que havia de valioso na cultura negra tem sido sacrificada a serviço dos interesses empresariais e de novas formas de expressão cultural ligadas às tecnologias visuais. Para ele, o triunfo da imagem leva à morte da política e reduz as pessoas a meros símbolos.Em seu âmago, Entre campos é um projeto utópico que conclama à renúncia da raça. Gilroy assume a defesa de um novo humanismo, global e cosmopolita, oferecendo uma nova linguagem política e visão moral para aquilo que se chamou de ‘anti-racismo’.
Título: Entre campos: naçoes, culturas e o fascinio da raça
ISBN: 9788574197364
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 414
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2007
Edição: 1ª
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Autor: Paul Gilroy
Tradutor: Celia Maria Marinho de Azevedo | Andre Cortes de Oliveira | Carlos Marinho da Silva | Patricia de Santana Pinho | Renilson Rosa Ribeiro | Silvana Santiago