O monge negro

Autor: Anton Tchekhov
Editora: Rocco

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Sinopse

“E quem lhe disse que os homens de gênio, respeitados pelo mundo inteiro, não tiveram visões? Diz a ciência de hoje que o gênio está muito próximo da loucura. Creia-me, as pessoas saudáveis e normais são vulgares: o rebanho.” Com estas palavras, o Monge Negro, que não passava de uma alucinação, estimulava o escritor Kovrin a mergulhar na loucura gerada pelo seu próprio talento criador. “A lenda da figura fantasmagórica que surge para um intelectual, como a projeção de seus conflitos espirituais”, afirma a apresentação desta novela inesquecível, “é a um tempo um reflexo da tumultuada religiosidade da alma russa e uma premonitória visão dos abismos do subconsciente, que a ciência da época ainda estava longe de devassar. E é, sobretudo, uma impressionante visão do drama existencial que ia na alma de Anton Pavlovitch Tchekhov, entregue aos embates da sua própria genialidade.” Lançado pela primeira vez em língua portuguesa, em tradução direta do original, esta obra-prima do grande escritor russo é bem um exemplo dos extremos de expressividade a que chegou sua prosa incomparável.

Dados

Título: O Monge Negro

ISBN: 9786555326093

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13.5 x 20 x 0.

Páginas: 88

Ano copyright: 2026

Coleção: Novelas Imortais

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Anton Tchekhov

Organizador: Fernando Sabino

Tradutor: Moacir Werneck de Castro

Autor

FERNANDO SABINO

Fernando Tavares Sabino nasceu em Belo Horizonte (MG), em 1923. Seu primeiro trabalho literário foi escrito quando ele tinha 13 anos: uma história policial publicada na revista da polícia mineira. Entrou para a faculdade de Direito em 1941, mesmo ano em que publicou Os Grilos não Cantam Mais, seu primeiro livro de contos. Depois passou a colaborar com artigos, crônicas e contos em revistas mineiras. Mudou-se para o Rio em 1944 e, em 1946, depois de se formar, foi para Nova York, onde viveu por dois anos. Foi em Nova York que Fernando Sabino começou a escrever O Grande Mentecapto, obra abandonada e retomada mais de 30 anos depois. Seu primeiro romance, O Encontro Marcado, foi lançado em 1956. As carreiras de escritor e jornalista seguiram em paralelo. Escreveu crônicas para o Jornal do Brasil, O Globo e revistas Sênior e Manchete. Nos anos 60 lançou os livros O Homem Nu, A Mulher do Vizinho (Prêmio Fernando Chinaglia do Pen Club do Brasil) e A Companheira de Viagem. Recebeu ainda o Prêmio Jabuti, em 1979, na categoria romance, por O grande mentecapto, e o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto da obra, em 1999. Morreu em 2004, véspera de completar 81 anos. Fernando Sabino deixou seu próprio epitáfio. "Aqui jaz Fernando Sabino, nasceu homem, morreu menino."