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Autor: Julia Kristeva
Editora: Gallimard
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Etre psychanalyste, c'est savoir que toutes les histoires reviennent à parler d'amour. La plainte que me confient ceux qui balbutient à côté de moi a toujours pour cause un manque d'amour présent ou passé, réel ou imaginaire. Je ne peux l'entendre que si je me place moi-même en ce point d'infini, douleur ou ravissement. C'est avec ma défaillance que l'autre compose le sens de son aventure. Philosophie, religion, poésie, roman ? Histoires d'amour. De Platon à saint Thomas, de Roméo et Juliette à Don Juan, des troubadours à Stendhal, de la Madone à Baudelaire ou Bataille. Les grandes élaborations symboliques ne disent pourtant rien d'autre que ce qui s'écoute dans l'ombre, chaque jour. Etre psychiquement en vie signifie que vous êtes amoureux, en analyse, ou bien en proie à la littérature. Comme si toute l'histoire humaine n'était qu'un immense et permanent transfert.
Título: Histoires D'amour
ISBN: 9782070323234
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18
Páginas: 477
Ano copyright: 1983
Coleção: Folio Essais - Vol. 24
Ano de edição: 1985
Edição: 1ª
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Autor: Julia Kristeva
Julia Kristeva nasceu em Sliven, na Bulgária, em 1941. É semioticista, crítica literária e romancista. Mudou-se para Paris em 1965 para estudar na École Pratique des Hautes Études e, atualmente, é diretora do Departamento de Ciência dos Textos e Documentos na Universidade de Paris 7 (Jussieu), além de psicanalista atuante. Como linguista, é autora de textos fundamentais no campo da chamada “teoria do texto” que influenciaram as humanidades em todo o mundo e também tiveram um impacto significativo no moderno debate feminista, não obstante suas discordâncias com as ativistas, cujo primeiro desdobramento, em 1969, foi justamente Séméiôtiké: Recherches pour une sémanalyse, publicado no Brasil com o título Introdução à semanálise. No mesmo ano publicou Le Langage, cet inconnu, e em seguida sua tese Le Texte du roman. Por sua vasta obra, inovadora e eclética, mereceu o reconhecimento internacional, expresso, entre outros, pelo prêmio Holberg (2004) por “seus trabalhos inovadores consagrados às problemáticas que estão no cruzamento entre linguagem, cultura e literatura”.