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Autor: Rubem Braga
Editora: Global
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Um Pé de Milho reúne crônicas publicadas em vários jornais e revistas entre 1933 e 1947. Algumas, como Passeio à Infância e Em Cachoeiro, retratam a infância de Rubem Braga, enquanto que outras, como História do Corrupião, Receita de Casa e a obra-prima Aula de Inglês, reverberam a ironia e o humor do autor com bastante intensidade. São crônicas que, apesar do tom realista, se abrem para o imaginário e revelam a grande marca de Braga: a abordagem do mundo em que vivemos através de seus dois lados, o incômodo e o belo.O escritor José Lins do Rego, ao ler Um Pé de Milho, identificou algo que veio da infância do cronista em Cachoeiro de Itapemirim, sua cidade natal, e que se enraizou, mantendo-se mesmo em sua agitada vida nas grandes cidades: ”Tudo que ele viu, tudo o que ele amou, tudo o que debochou com seu sorriso mais falso que os olhos de Capitu, nada é para o Braga que eu conheço. Deem-lhe um pé de milho, ali no fundo do seu quintal da rua Júlio de Castilhos, e o Braga se desmancha na doce poesia da crônica mais terna que um sopro de brisa”.
Título: Um Pe De Milho
ISBN: 9788526024847
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 0,8
Páginas: 160
Ano copyright: 2017
Coleção:
Ano de edição: 2019
Edição: 9ª
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Autor: Rubem Braga
Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.