Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Estrangeira
Autor: Albert Camus
Editora: Gallimard
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem 1 dia útil.
R$ 90,90
em até 3x sem juros
'En somme, je vais parler de ceux que j'aimais', écrit Albert Camus dans une note pour Le premier homme. Le projet de ce roman auquel il travaillait au moment de sa mort était ambitieux. Il avait dit un jour que les écrivains 'gardent l'espoir de retrouver les secrets d'un art universel qui, à force d'humilité et de maîtrise, ressusciterait enfin les personnages dans leur chair et dans leur durée'. Il avait jeté les bases de ce qui serait le récit de l'enfance de son 'premier homme'. Cette rédaction initiale a un caractère autobiographique qui aurait sûrement disparu dans la version définitive du roman. Mais c'est justement ce côté autobiographique qui est précieux aujourd'hui. Après avoir lu ces pages, on voit apparaître les racines de ce qui fera la personnalité de Camus, sa sensibilité, la genèse de sa pensée, les raisons de son engagement. Pourquoi, toute sa vie, il aura voulu parler au nom de ceux à qui la parole est refusée.
Título: Le Premier Homme
ISBN: 9782070401017
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18
Páginas: 380
Ano copyright: 1994
Coleção: Folio - Vol. 3320
Ano de edição: 2000
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Albert Camus
Albert Camus nasceu em 1913, em Mondovi, na Argélia, hoje conhecida como Dréan, então colônia francesa. Formou-se em filosofia na Universidade da Argélia, em 1935 e fundou o “Teatro do Trabalho”. Foi membro do Partido Comunista Francês e escreveu em jornais socialistas. Em 1939 mudou-se para a França. Lá casou-se com Francine Faure e colaborou para a publicação Paris-Soir. Em 1942 publicou dois de seus livros mais importantes, O Estrangeiro e O Mito de Sísifo. Segundo muitos críticos, a ideia do absurdo da existência humana, formulada nestas obras, foi a maior contribuição de Camus para a filosofia. Engajou-se na Segunda Guerra Mundial como editor do jornal clandestino Combat. Em 1947 publicou A Peste, romance traduzido para o português pelo escritor Graciliano Ramos. Entre 1949 e 1951, Camus viveu recluso, enfraquecido por causa da tuberculose, doença que contraíra em 1930. Publicou ainda O Homem Revoltado (1951), obra que provocou sua ruptura com Sartre. Um dos escritores mais lidos do século XX, Albert Camus recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957. Morreu em 1960, vítima de um acidente de carro.