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Autor: Francisco Ferreira dos Santos Azevedo
Editora: Lexikon
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Um dicionário imprescindível para quem quer escrever, seja uma poesia, um conto, um romance, um artigo, um livro científico ou orientando o ensino da construção deles.Visa o Thesaurus, diferentemente do dicionário lexical, a agrupar palavras e expressões associadas por uma ideia fundamental comum. Daí ser hábito de chamá-las de palavras analógicas.Na construção de um texto, é valiosa a consulta a este tipo de dicionário, quando se intenta, por exemplo, evitar repetição de palavras e quando se procura a palavra mais adequada, mais precisa, para cada frase. Por exemplo, no uso de verbos genéricos como “colocar as mercadorias na vitrine” nos sugere “expor as mercadorias na vitrine”, ou em clichês como “coração partido” traz a sugestão de “estilhaçou meu afeto”.O conceito, as funções e a organização deste Thesaurus essencial tornam simples e rápida aquela busca da ‘palavra ideal’, ou da ‘palavra que nos escapa’, ou da ‘palavra melhor’ para expressar o que se quer dizer. O consulente encontrará no índice geral uma lista dessas palavras, e a indicação de onde encontrará as palavras análogas no corpo do dicionário, em seus vários contextos.Juntamente com o Caldas Aulete ele abre aquelas duas portas de acesso ao conhecimento e ao bom uso do português. Para escrever melhor, para se expressar melhor.
Título: Thesaurus Essencial: Dicionário Analógico
ISBN: 9786588871805
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas: 712
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2023
Edição: 2ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
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Áudio Original:
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Francisco Ferreira dos Santos Azevedo viveu sempre em Goiás Velho, onde nasceu em 1875 e veio a falecer, em 1942. Engenheiro civil formado na Escola de Minas, de Ouro Preto, foi um homem plural, um verdadeiro pensador do seu tempo, com atuação destacada em várias áreas. Foi jornalista, professor, gramático e historiador. Escreveu e publicou ensaios, memórias, crônicas, contos, pesquisas e dicionários. Exerceu cargos de relevância na administração pública, e foi ainda professor do Colégio Santana e do Seminário Santa Cruz, ambos em Goiás Velho. Em 1930 assumiu a direção da Escola Normal. Foi um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, em 1933. Em 1939, com 64 anos, foi um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira 18, cujo patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto. Escreveu, entre outros, Dicionário Analógico da Língua Portuguesa: Ideias Afins. Deixou inédito o Grande Dicionário Analítico de Língua Portuguesa”, cujos originais mereceram elogios da Academia Brasileira de Letras.