Casa butanta: paulo mendes da rocha

Autor: Paulo Mendes da Rocha
Editora: Ubu

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Sinopse

Embora não costumem figurar nas publicações sobre sua obra, as residências de Paulo Mendes da Rocha revelam aspectos norteadores de seu pensamento. Por serem projetos experimentais, com os quais ele consolidou sua técnica e visão, constituem ricos objetos de estudo. Entre eles, a Casa Butantã, desenhada para o arquiteto e sua família em 1964, é quase um manifesto sobre uma nova maneira de morar. O concreto aparente, a continuidade dos espaços e a elegância das linhas despertam a atenção; mas é a concepção radical em que se baseia a relação entre o privado e o comum o elemento inovador do projeto. A casa representa sua visão da arquitetura como experiência compartilhada do espaço – um dos elementos amplamente admirados em seu trabalho e mencionado pelo júri que o agraciou com o prêmio Pritzker.

Dados

Título: Casa Butanta: Paulo Mendes Da Rocha

ISBN: 9788592886134

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 16,4 x 22

Páginas: 112

Ano copyright: 2016

Ano de edição: 2016

Edição:

Participantes

Autor: Paulo Mendes da Rocha

Organizador: Catherine Otondo

Autor

PAULO MENDES DA ROCHA

Pertencente à geração de arquitetos conhecida como Escola Paulista, defensora de uma arquitetura sintética e socialmente responsável, Paulo Mendes da Rocha (Vitória, 1928) destacou-se ainda jovem. Aos 29 anos, venceu o concurso para o ginásio do Clube Atlético Paulistano, o que lhe rendeu o Grande Prêmio Presidência da República na VI Bienal Internacional de São Paulo, em 1961. No mesmo ano, passou a lecionar na FAU-USP, de onde se aposentou em 1998 – entre 1969 e 1980, contudo, permaneceu afastado da função pelo governo militar. Entre suas obras estão o Museu Brasileiro da Escultura e a reforma da Pinacoteca do Estado, ambas em São Paulo. Nas últimas décadas, assumiu uma posição de destaque na arquitetura nacional, tendo sido galardoado em 2006 com o prêmio Pritzker, honraria máxima da arquitetura mundial – antes dele, o único brasileiro a ganhá-lo foi Oscar Niemeyer em 1988.