Homem comum

Autor: Philip Roth
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Um romance breve e incisivo sobre o encontro inevitável do homem com a morte.Numa narrativa direta, íntima e ao mesmo tempo universal, Philip Roth explora o tema da perda, do arrependimento e do estoicismo. O autor de Complô contra a América, que relatava o encontro angustiante de uma família com a história, agora volta sua atenção para a luta de um homem contra a mortalidade, conflito que dura sua vida inteira. Acompanhamos o destino do homem comum de Roth a partir de seu primeiro confronto com a morte, nas praias idílicas dos verões da infância, passando pelos conflitos familiares e pelas realizações profissionais da idade adulta, até a velhice, quando ele fica dilacerado ao constatar a deterioração de seus contemporâneos e dele próprio, atormentado por uma série de males físicos. Artista comercial de sucesso, trabalhando numa agência publicitária em Nova York, ele tem dois filhos do primeiro casamento, que o desprezam, e uma filha do segundo casamento, que o adora. É amado pelo irmão, um homem bom cuja saúde perfeita termina por despertar sua inveja rancorosa, e é também o ex-marido solitário de três mulheres muito diferentes, tendo ele próprio destroçado os três casamentos. No final, é um homem que se transformou naquilo que não quer ser. O título original da obra, Everyman (literalmente, "Todo homem"), é também o nome de uma peça alegórica do século XV, um clássico da dramaturgia inglesa, cujo tema é a chegada da morte ao mundo dos vivos.

Dados

Título: Homem comum

ISBN: 9788535910872

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 136

Ano copyright: 2006

Ano de edição: 2007

Edição:

Participantes

Autor: Philip Roth

Tradutor: Paulo Henriques Britto

Autor

PAULO HENRIQUES BRITTO

Paulo Henriques Britto nasceu no Rio de Janeiro em 1951. É tradutor literário e professor de tradução, literatura e criação literária da PUC-Rio. Publicou os livros de poesia Tarde (2007) e Paraísos artificiais (2004), e traduziu O som e a fúria de William Faulkner (2004).