A matinta perera

Autor: Bartolomeu Campos de Queiros
Editora: Global

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Sinopse

Esta lenda da Matinta Perera foi criada por Bartolomeu Campos de Queirós a partir de relatos transmitidos oralmente na região amazônica. Uma história misteriosa, envolvente, que nos cativa do começo ao fim. Um assobio no meio da noite / Coisa de arrepiar / De deixar o cabelo em pé! / Dizem que é um pássaro / Mas também é mulher... Bartô soube como ninguém recriar esse mito tão presente, real e em constante transformação na cultura popular amazônica. Esta obra proporciona descobrir todo um imaginário construído, e mantido, pelas narrativas orais, com um discurso mítico cheio de ritos e figuras lendárias.A Matinta pode ser uma velha, um pássaro, ou mesmo um menino de uma perna só em outras versões dos rincões do Brasil, o fato é que se trata de uma personagem misteriosa que vive sozinha na mata a perambular sob a lua, e para quem é preciso oferecer tabaco para ficar em paz. Um ser encantado respeitado por quem convive com ele, que nos faz refletir sobre a importância dos elementos da floresta, e sobre manter o equilíbrio entre todos os seres habitantes de cada região.

Dados

Título: A Matinta Perera

ISBN: 9788526024311

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 20 x 26 x 1

Páginas: 40

Ano copyright: 2019

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Bartolomeu Campos de Queiros

Ilustrador: Rogerio Borges

Autor

ROGERIO BORGES

Rogério Borges cresceu habituado com o cheiro de tinta, exercitando muito cedo os primeiros riscos no papel. Seu pai era pintor e ele adorava desenhar. Em 1971 saiu de Curitiba e foi para São Paulo fazer Comunicação Visual na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Começou a trabalhar com publicidade e mais tarde foi para a área editorial. Fez escola na Editora Abril ilustrando revistas, escrevendo, convivendo com ótimos profissionais. Em 1980 voltou-se para os livros. E aí tem estado até hoje como autor e como artista gráfico. Alterna pintura com arte digitalizada, conseguindo novos recursos de linguagem visual. Recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (1987), o prêmio Lourenço Filho, pelo conjunto de obras (1987), o da FNLIJ de Altamente Recomendável (1988-92-93-94), Jabuti (1996), além de ter sido selecionado pela FNLIJ para o catálogo de autores latino-americanos (2000). Ilustrou Você Lembra, Pai? e Contos Indígenas Brasileiros, de Daniel Munduruku; O Rei que Mora no Mar, de Ferreira Gullar; Ciúme em Céu Azul e O Caçador de Lobisomem, de Joel Rufino dos Santos; Facécias, de Luís da Câmara Cascudo; e O Rei Preto de Ouro Preto, de Sylvia Orthof.