Nas profundezas

Autor: J. K. Huysmans
Editora: Carambaia

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Sinopse

Inédito no Brasil, romance de escritor decadentista francês aborda um assunto que desafiava a racionalidade científica e vinha despertando interesse entre alguns setores da sociedade francesa no final do século XIX: o satanismo J.-K. Huysmans (1848-1907) é considerado o escritor máximo do Decadentismo francês, movimento de reação ao Naturalismo e à sociedade tecnológica de massas que se anunciava no final do século XIX. No romance Nas profundezas (1891), traduzido pela primeira vez no Brasil, o escritor voltou-se para um assunto que desafiava a racionalidade científica e despertava interesse entre alguns setores da sociedade francesa: o satanismo. “Que época estranha!”, observa um dos personagens. “Justamente no momento em que o positivismo atinge seu auge, o misticismo desperta e têm início as loucuras do oculto!” O escritor Durtal, alter ego do próprio Huysmans, encontra-se em meio a pesquisas para uma biografia do satanista medieval Gilles de Rais, acusado de estuprar e degolar centenas de crianças. Em um dos capítulos dessa história que se passa em Paris, o autor descreve uma missa satânica, feita, segundo ele, de acordo com uma experiência verídica. Foi um dos motivos da notoriedade do livro, que causou escândalo e chegou a ter a venda proibida na França.

Dados

Título: Nas profundezas

ISBN: 9786554610056

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 20 x 2

Páginas: 340

Ano copyright: 2023

Coleção: Acervo - Vol. 26

Ano de edição: 2023

Edição:

Participantes

Autor: J. K. Huysmans

Tradutor: Mauro Pinheiro

Autor

J. K. HUYSMANS

Joris-Karl Huysmans, ou J.-K. Huysmans, nasceu em Paris em 1848, filho único de pai holandês e mãe francesa. Depois de uma infância marcada pela morte do pai e pelo segundo casamento da mãe, tornou-se funcionário administrativo do Ministério do Interior, onde trabalharia durante 32 anos. Além de Às avessas, publicou os romances Marthe (1876), Les sœurs vatard (1879), En ménage (1881) e A vau-l’eau (1882). Faleceu em 1907.