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Autor: Sylvia Orthof
Editora: Global
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Sylvia Orthof, uma das maiores escritoras brasileiras de livros infanto-juvenis, com mais de cento e vinte publicações, em A Décima Terceira Mordida, cria mais uma narrativa bastante original. Em um texto de invejável qualidade lingüística, a personagem dialoga com o leitor, com o ilustrador e comenta sobre o próprio processo de criação do autor e a função do leitor. A história é contada por Vampete, uma adolescente da família Vampireska, da Transilvânia. Seguindo a tradição familiar, ao completar onze anos, ou melhor, onze mordidas, era chegado o momento de partir. Ouvi dizer que os mortais são mais atrasados e deixam o lar paterno, ou o avoento (se o castelo for da avó) depois da idade adulta. Nós, os vampiros, chegamos à maioridade após a décima terceira mordida e eu estava pra lá de ansiosa... A autora consegue transformar o difícil ritual de passagem, da infância para a adolescência, em uma trajetória bem humorada e divertida.
Título: A Decima Terceira Mordida
ISBN: 9788526016163
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 0,3
Páginas: 48
Ano copyright: 2012
Coleção: Aventura Radical
Ano de edição: 2012
Edição: 5ª
Região:
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Dramaturga, atriz, pesquisadora, escritora... A carioca Sylvia Orthof, nascida em 1932, esbanjava talentos. As histórias contadas por sua mãe povoaram sua infância, e sua primeira paixão literária foi Monteiro Lobato. Na adolescência, Sylvia decidiu ser atriz. E não é que o sonho deu certo? Logo começou a atuar nos palcos e foi estudar teatro em Paris. De volta ao Brasil, atuou no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e em peças para a televisão, escreveu para teatro de bonecos, coordenou o Teatro do Sesi... Em meio a tantas atividades, Sylvia nunca deixou de lado o gosto pelas letras e, em especial, pelas histórias para crianças. Fundou a Casa de Ensaios Sylvia Orthof em 1975, que produzia apenas espetáculos infantis. Sylvia gostava de cantar, dançar, desenhar e até de costurar bonecos e roupas para os espetáculos. Da dramaturgia, partiu rumo à literatura infantil. Em 1975, foi convidada a escrever um conto para a revista Recreio — foi o primeiro passo para que a literatura infantil nacional ganhasse uma de suas maiores autoras. Seu primeiro livro foi lançado em 1981: Mudanças no galinheiro mudam as coisas por inteiro. É uma das principais autoras da consagrada coleção Lagarta Pintada, da editora Ática, da qual fazem parte os premiados títulos A vaca mimosa e a mosca Zenilda (que recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Produção Editorial), Maria vai com as outras e Fada Cisco Quase Nada. Sylvia foi dona de um texto ágil, repleto de criatividade e de um riso contagiante. Faleceu em 1997, deixando mais de cem livros publicados para os pequenos leitores.