Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Estrangeira
Autor: Yukio Mishima
Editora: Companhia das Letras
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 4 dias úteis.
De: R$ 87,90
Por: R$ 78,23
em até 3x sem juros
Pela primeira vez em tradução completa do japonês, Morte em pleno verão oferece um panorama das obsessões de Yukio Mishima: a degradação do Japão tradicional, a cultura do teatro Nô, o fascismo, o universo das geishas e, por fim, o questionamento de gênero e a transexualidade. Enquanto uma mulher dorme, sua irmã e dois de seus filhos morrem afogados em um acidente trágico em um balneário. A culpa paralisante desta mulher e sua busca por reconstruir a vida são narradas em detalhes precisos, focando sempre nos seus sentimentos contraditórios e complexos. Este conto, que dá título ao livro e que abre Morte em pleno verão, demonstra como Yukio Mishima deve figurar no panteão de melhores escritores da história da literatura: avesso a simplificações maniqueístas, o autor japonês construiu sua obra a partir das zonas cinzentas da consciência humana.Uma coletânea de contos poderosos, nos quais o conflito entre tradição e modernidade ocupa o primeiro plano: de um lado, cenários urbanos e geishas em crise; de outro, o budismo da Terra Pura e o teatro Nô. Suas histórias empregam diferentes estratégias narrativas, mas possuem em comum a dedicação à complexidade psicológica das personagens. Assim, Mishima toma o local e o específico para mergulhar no que há de mais intrigante naquilo que nos torna humanos.
Título: Morte em pleno verao
ISBN: 9788535938159
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,3
Páginas: 240
Ano copyright: 1953
Coleção:
Ano de edição: 2024
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Grande admirador das tradições milenares da cultura japonesa, especialmente da conduta virtuosística dos samurais, Yukio Mishima — pseudônimo de Hiraoka Kimitake (1925-1970) — viveu a literatura como se fosse parte indissociável de sua existência. Além de romances, escreveu também poemas, ensaios e peças teatrais. Crítico contumaz da degradação do Japão moderno, permaneceu sempre em luta pela retomada dos valores clássicos do seu país, até cometer o suicídio, em 1970. Sua morte é emblemática de como, para ele, arte e vida não se separavam: depois de rasgar o próprio ventre com um sabre, foi decapitado por um de seus discípulos, de acordo com a tradição samurai.