O fantasma de canterville

Autor: Oscar Wilde | Rubem Braga
Editora: Scipione

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Sinopse

Sir Simon é um fantasma infeliz e já não sabe mais o que fazer. Sua tarefa é amedrontar as pessoas, mas a família americana que veio morar no castelo de Canterville se recusa a acreditar em aparições sobrenaturais. Para piorar as coisas, os gêmeos Listinha e Estrelinha não têm medo de nada. Eles invertem os papéis e passam a assustar o pobre Fantasma.

Dados

Título: O Fantasma De Canterville

ISBN: 9788526283398

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,7 x 20,7 x 0,8

Páginas: 120

Ano copyright: 2011

Coleção: Reencontro Literatura

Ano de edição: 2011

Edição: 10ª

Participantes

Autor: Oscar Wilde | Rubem Braga

Autor

RUBEM BRAGA

Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.