Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Brasileira
Autor: Lima Barreto
Editora: CEDET
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 20 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 86,90
em até 3x sem juros
Mestiço, humilde e interiorano, Isaías Caminha deixa sua família para ir em busca de uma nova vida na capital, que se modernizava a passos largos. O jovem promissor, com a alma ainda repleta de sonhos, se vê, ali, desamparado e acaba por sucumbir a um ambiente hostil. Na cidade, encontra emprego como jornalista, mas logo se desilude com o clima de fatuidade e subserviência da imprensa, povoada só por carreiristas vorazes e grosseiros. Em sua alma se trava uma luta entre as aspirações pessoais mais elevadas, como sua vocação intelectual, a busca da sabedoria, o estudo das artes, e as aspirações mais mesquinhas de sua época, como o prestígio e o anel de doutor. Não sofre sua inferioridade social, mas sua superioridade moral.
Título: Recordaçoes Do Escrivao Isaias Caminha
ISBN: 9786587495033
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 1,3
Páginas: 215
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 2ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Lima Barreto
Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro, em 1881. A mãe, escrava liberta, morreu quando o filho tinha seis anos. A abolição da escravatura ocorreu em 1888, no dia de seu aniversário de sete anos, mas as marcas desse período, o preconceito racial e a difícil inserção de negros e mulatos na sociedade brasileira nunca deixaram de ocupar o centro de sua obra literária. Em 1900, o escritor deu início aos registros do Diário íntimo, com impressões sobre a cidade e a vida urbana do Rio de Janeiro. Lima Barreto começa sua colaboração mais regular na imprensa em 1905, quando escreve reportagens, publicadas no Correio da Manhã, sobre a demolição do Morro do Castelo, no centro do Rio, consideradas um dos marcos inaugurais do jornalismo literário brasileiro. Na mesma época, começa a escrever a primeira versão de Clara dos Anjos, livro que seria publicado apenas postumamente, e elabora os prefácios de dois romances: Recordações do escrivão Isaías Caminha e Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá. No romance Recordações do escrivão Isaías Caminha, o jornal Correio da Manhã e seu diretor de redação são retratados de maneira impiedosa, e Lima Barreto tem então seu nome proscrito na grande imprensa carioca. O escritor passa a publicar crônicas, contos e peças satíricas em veículos como Fon-Fon, Careta e O Malho. Em 1911, escreve e publica Triste fim de Policarpo Quaresma em folhetim do Jornal do Comércio. Postumamente saem Os bruzundangas e as crônicas de Bagatelas e Feiras e mafuás. Morreu no Rio de Janeiro, em 1922.