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Autor: Antonio Torres
Editora: Record
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Publicado originalmente em 1973, Os homens dos pés redondos ganha nova edição. Uma sátira afiada sobre os governos autoritários com o humor característico de Antônio Torres.Ibéria é um país fictício que antigamente se orgulhava de ter gerado grandes homens, capazes de sustentar uma espada de oitenta quilos com uma única mão, mas vive agora tempos sombrios. Depois de despender sua energia numa guerra perdida, chafurda nos escombros das glórias do passado, assistindo, melancolicamente, às mudanças do mundo.É nesse espaço e tempo que se movem os personagens deste romance: um homem que planeja matar, com uma tesoura, o seu chefe – o escritor Adelino Alves –, que, preso no aeroporto ao tentar embarcar para Estocolmo, é substituído no emprego e na cama por certo estrangeiro, que se torna amante de sua mulher, Lena; o banqueiro Fernandes e seus filhos, Maria Manuela e Júnior; e ainda o cabo Emílio, que deu um murro num tenente que lhe queria roubar a namorada e amargou cinco anos de cadeia, em Macau. Todos a darem voltas em torno de si mesmos, até ficarem de pés redondos.“Antônio Torres é um ficcionista de estatura incomum, alguém que tem o que dizer e a sua própria forma de dizê-lo. Um renovador.” Jorge Amado no jornal A Tarde
Título: Os Homens Dos Pés Redondos
ISBN: 9788501924353
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 20,5 x 1,4
Páginas: 304
Ano copyright: 2025
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
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Autor: Antonio Torres
Antonio Torres nasceu em 13 de setembro de 1940 em Junco, um povoado no interior da Bahia. Estudou em Alagoinhas e Salvador, onde ingressou no Jornal da Bahia. Aos 20 anos mudou-se para São Paulo, onde foi repórter e chefe de reportagem do caderno de esportes do jornal Última Hora. Trocou o jornalismo pela publicidade, trabalhando como redator publicitário em grandes agências brasileiras. Estreou na literatura em 1972,com o romance Um cão uivando para a lua. Em 1976, publicou Essa terra, seu maior sucesso, que já foi traduzido para o francês, espanhol, italiano, alemão, hebraico e holandês. Também é autor de Balada da infância perdida, Os homens de pés redondos, Carta ao bispo, Adeus, velho, O centro das nossas desatenções, O cachorro e o lobo, O circo no Brasil, Meninos, eu conto e Meu querido canibal. Em 1998, foi condecorado pelo governo francês com o Chevalier des Arts et des Lettres. Em 1987, recebeu o prêmio Romance do Ano do Pen Clube do Brasil por Balada da infância perdida e em 1997 o prêmio hors concours de Romance da União Brasileira de Escritores por O cachorro e o lobo. Em 2000, recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra. Meu querido canibal lhe rendeu o Prêmio Zaffari & Bourbon da Jornada Literária de Passo Fundo, em 2001.