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Compositor, pianista, professor de literatura brasileira, ensaísta, poeta. Zé Miguel Wisnik reúne todos esses talentos com maestria e consegue misturar o erudito e o popular neste Brasil onde a música é ciência.Prosseguindo a missão de registrar o melhor do cancioneiro nacional, a Gryphus Editora está lançando o primeiro livro de partituras do artista. São 33 canções dos seus três CDs: José Miguel Wisnik (1993), São Paulo Rio (2002) e Pérolas aos Poucos (2003) .Traduzido em notas pelo violonista Kristoff Silva, admirador de Wisnik, o livro foi realizado de uma forma, no mínimo, inusitada. Zé Miguel foi filmado tocando as músicas ao piano e Kristoff escreveu as partituras a partir da observação das mãos dele no vídeo. O resultado é uma reprodução exata dos arranjos que o compositor quer deixar impressos como definitivos.Com belíssimo prefácio-ensaio de Arthur Nestrovski, professor de comunicação e semiótica, o livro apresenta música, poesia e principalmente uma visão do Brasil.Como diz o próprio Nestrovski "Chegar à canção é uma tarefa e tanto; nada menos do que uma forma de entender o Brasil . E o inverso do inverso também é verdadeiro: certas coisas só se deixam entender pela canção. Por exemplo, nas canções de Zé Miguel.
Título: Jose Miguel Wisnik: Livro De Partituras
ISBN: 9788575100851
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 21 x 28
Páginas: 148
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2005
Edição: 1ª
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Autor: Jose Miguel Wisnik
José Miguel Wisnik (São Vicente — SP, 1948) é ensaísta e crítico literário. Maquinação do mundo: Drummond e a mineração (2018) é seu livro mais recente. Entre outros títulos estão O coro dos contrários: a música em torno da Semana de 22 (1977) e O som e o sentido (1989). Além de professor livre-docente aposentado de literatura brasileira pela Universidade de São Paulo, é compositor com quatro discos gravados e trilhas sonoras compostas para cinema, dança e teatro, com destaque para o filme Terra estrangeira (1995), de Walter Salles; e as montagens de Mistérios gozosos, de Oswald de Andrade, e Os sertões, de Euclides da Cunha, ambas do Teatro Oficina.