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Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Companhia Editora Nacional
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No Brasil, o parnasianismo foi das gerações poéticas mais duradouras e transformadoras. De 1870 até as vésperas da Semana de 1922, predomina por cerca de 50 anos. É possível verificar, em depoimentos e obras, o quanto mestres como Mário de Andrade, Guilherme de Almeida e Manuel Bandeira eram fãs confessos de poetas como Alberto de Oliveira, Raimundo Correia, Olavo Bilac, Vicente de Carvalho e Francisca Júlia.A desvalorização de que o parnasianismo é alvo deve-se em grande parte à perspectiva herdada pelo modernismo radical de 80 anos atrás. Hoje podemos baixar as armas, despirmo-nos de preconceitos e aceitar o convite à viagem que é a poesia parnasiana nas suas melhores realizações."Com este trabalho, Pedro Marques presta um importante serviço aos leitores de poesia, oferecendo-lhes não só um leque de poetas e poemas que vai além dos usualmente listados em antologias de mesmo escopo, mas ainda caminhos de leitura e interpretação, por meio das muitas notas aos textos, nas quais reúne, com senso didático e sem ostentação, úteis informações vocabulares, literárias e históricas." (Paulo Franchetti)
Título: Antologia Da Poesia Parnasiana Brasileira
ISBN: 9788504007954
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 228
Ano copyright: 2007
Coleção: Antologia Da Poesia Brasileira
Ano de edição: 2008
Edição: 1ª
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Autor: Olavo Bilac | Raimundo Correia | Alberto de Oliveira | Machado de Assis | Bernardino da Costa Lopes | Vicente de Carvalho | Francisca Julia | Artur Azevedo | Luis Delfino | Teofilo Dias | Joao Ribeiro | Guimaraes Passos | Carvalho Junior | Valentim Magalhaes
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.