Verdes vales do fim do mundo

Autor: Antonio Bivar
Editora: L&PM Pocket

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Sinopse

Os anos 70 são palco da deliciosa prosa de Antonio Bivar em dois livros que contam momentos marcantes de sua vida. ''Verdes vales do fim do mundo'' é resultado de um diário mantido durante o exílio voluntário do autor em Londres, no ano de 1971, logo após ter recebido o prêmio Molière pela peça Abre a janela e deixa entrar o ar puro e o sol da manhã. Bivar, na época um festejado autor teatral, no auge dos seus 30 anos, viaja pela primeira vez à Europa para fugir da censura imposta pelo regime militar brasileiro. Após esse retiro, o autor passa um curto período no país, mas logo retorna a Londres para uma segunda temporada, que resulta em Longe daqui aqui mesmo, a continuação de suas andanças pela Europa entre 1971 e 1973, que começa justamente onde o outro livro termina. ''Verdes vales'' foi publicado na década de 80 pela L&PM e agora ganha reedição. Já ''Longe daqui'' - publicado pela Editora Best Seller em 1995 - é agora lançado em formato pocket em uma edição revista pelo autor. Em ambos os livros as memórias do jovem autor têm o tom hippie dos anos 70 - a vida em comunidades, as drogas, a contracultura, os grandes festivais de música e, principalmente, o espírito aventureiro de conhecer o mundo com uma mochila nas costas. Em ''Verdes vales'', o relato de Bivar se concentra nas viagens pela Inglaterra, numa curta estadia em Nova York e Paris e no Ano-Novo passado em Dublin. Sem muito dinheiro, o autor se divide entre a casa de velhos e novos amigos. Variadas histórias relatadas por ele envolvem personalidades conhecidas do meio artístico brasileiro - as reuniões na casa de Gilberto Gil, a companhia de Caetano Veloso, o entusiasmo de Antonio Abujamra, as aventuras no apartamento de Jorge Mautner, entre outros. Durante esse período, nos diversos cômodos que chamou de ''lar'', Bivar nunca parou de exercitar a escrita, influenciado principalmente pelo grande amigo e também dramaturgo José Vicente. O autor se dedicou a peças, que depois foram encenadas no Brasil, e escreveu algumas reportagens para se manter no exterior. Mesmo distante, também acompanhou as primeiras críticas à Alzira Power, peça de sua autoria. ''Verdes Vales'' termina quando Bivar está sobrevoando o Atlântico de volta para o Brasil. Já ''Longe daqui'' começa com o autor abrindo as cartas dos amigos que deixou na Europa, uma semana depois de ter voltado. O livro se passa metade em solo brasileiro e metade em solo estrangeiro. A primeira parte reúne os percalços da estréia da peça homônima, Longe daqui aqui mesmo, e as histórias que envolveram a montagem, desde os problemas com a censura até o trabalho de Odete Lara na produção e Antonio Abujamra na direção.

Dados

Título: Verdes Vales Do Fim Do Mundo

ISBN: 9788525411709

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 10,7 X 17,8

Páginas: 214

Coleção: L&Pm Pocket - Vol. 282

Ano de edição: 2002

Edição:

Participantes

Autor: Antonio Bivar

Autor

ANTONIO BIVAR

Antonio Bivar nasceu em São Paulo, em 1939. Escritor que cultiva a ficção, o jornalismo, o teatro e a memória, cresceu no interior, estudou teatro no Rio de Janeiro e literatura na Inglaterra. É autor dos livros O que é punk (história de um movimento), Chic-A-Boom (romance), Yolanda (biografia de Yolanda Penteado) e Bivar na corte de Bloomsbury (diário de doze anos de experiências literárias e artísticas a partir do estudo da vida e obra de Virginia Woolf e do Grupo de Bloomsbury), entre outros. No final da década de 60, fez parte da nova geração de dramaturgos que impulsionou uma renovação no teatro brasileiro a partir da introdução de novas temáticas e situações, e ao empregar um humor mordaz e irônico nos textos. Em 1967, montou a sua primeira peça, escrita em parceria com Carlos Aquino, Simone de Beauvoir, pare de fumar, siga o exemplo de Gildinha Saraiva e comece a trabalhar. Suas peças seguintes foram Cordélia Brasil, Abre a janela e deixa entrar o ar puro e o sol da manhã e Alzira Power, hoje clássicos do moderno repertório teatral brasileiro.