Home › Livros › Humanidades › Filosofia
Os textos "O que é o contemporâneo?", "O que é um dispositivo?" e "O amigo", reunidos por Giorgio Agamben, relatam as indagações principais que decorrem da discussão de como está posicionada a ação humana relacionada ao tempo. O pensamento de Agamben é a tentativa reiterada de uma revolução, mas não se trata de um plano revolucionário com fins determinantes para as escolhas dos meios de consecução da revolução. É a constante interrupção da cronologia por um tempo outro. A partir de trechos dos livros oitavo e nono da Ética a Nicômaco de Aristóteles, Agamben sugere uma leitura que assinala de modo premente o estatuto ontológico e ao mesmo tempo político da amizade. Fala de equivalências entre ser e viver, entre um sentir-se existir e sentir-se viver. Os três ensaios, agora publicados em língua portuguesa, dão uma mostra da estratégia de ação traçada por Giorgio Agamben: pensar uma práxis indecidível de uma teoria; pensar uma política que recobre sua dimensão ontológica.
Título: O que e o contemporaneo? e outros ensaios
ISBN: 9788578970055
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 96
Ano copyright: 2006
Coleção:
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin. Deu cursos em várias universidades europeias e norte-americanas, recusando-se a prosseguir lecionando na New York University em protesto à política de segurança dos Estados Unidos. Foi diretor de programa no Collège International de Philosophie de Paris. Mais recentemente ministrou aulas de Iconologia no Istituto Universitario di Architettura di Venezia (Iuav), afastando-se da carreira docente no final de 2009. Sua obra, influenciada por Michel Foucault e Hannah Arendt, centra-se nas relações entre filosofia, literatura, poesia e, fundamentalmente, política.