Linguagem, traduçao, literatura: filosofia, teoria e critica

Autor: Walter Benjamin
Editora: Autêntica

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Sinopse

Nos ensaios e fragmentos que integram este novo volume da série Filô Benjamin, Benjamin move-se em territórios que são os seus desde o início: a filosofia da linguagem, a teoria da tradução, a história e a crítica literárias. Além de ensaios conhecidos e já clássicos, como “A linguagem em geral e a linguagem humana”, “A tarefa do tradutor” e “O contador de histórias”, foram incluídos neste livro textos inéditos no Brasil. Entre eles, importantes núcleos de fragmentos sobre a filosofia da linguagem e a epistemologia, sobre a tradução e a crítica literária, estes últimos de uma flagrante atualidade.

Dados

Título: Linguagem, Traduçao, Literatura: Filosofia, Teoria E Critica

ISBN: 9788551303597

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 15,6 x 22,5 x 1,3

Páginas: 208

Ano copyright: 2018

Coleção: Filo/Benjamin

Ano de edição: 2018

Edição:

Participantes

Autor: Walter Benjamin

Tradutor: Joao Barrento

Autor

WALTER BENJAMIN

Walter Bendix Schönflies Benjamin, filósofo e crítico literário, nasceu em Berlim em 1892 e se suicidou em 1940, na fronteira da França com a Espanha, durante uma tentativa de fuga dos nazistas. A rejeição de sua tese de habilitação, “A origem do drama barroco alemão”, o impediu de exercer a docência universitária na Alemanha. A partir de 1924 descobriu o marxismo, através da obra de Lukács, e se tornou simpatizante do movimento comunista. Foi associado à Escola de Frankfurt, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, criado em 1923, e seus principais escritos versam sobre o materialismo histórico, a estética e a arte, o idealismo alemão e, de maneira geral, o marxismo ocidental. Em seus ensaios, combina referências literárias e artísticas com filosofia e sociologia. Em 1933, com a tomada do poder dos nazistas, exilou-se na França. Foi amigo e correspondente de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gershom Scholem, Bertolt Brecht e Hannah Arendt. Seu último escrito, as Teses sobre o conceito de história, de 1940, associa o materialismo histórico ao messianismo revolucionário. Sua obra, de caráter fragmentário e ensaístico, foi parcialmente publicada em coletâneas no Brasil, incluindo Passagens (2006) e três volumes de Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política (1985), Rua de mão única (1987) e Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo (1989).