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Um menino muito feio que tinha uma cabeça enorme, um nariz grande, pés e dentes tortos, pernas finas e testa grande sofria com os apelidos que seus colegas inventavam - Cavalinho de Pau, Cara de Morcego, Panqueca. Para evitar chacotas, preferia ficar desenhando sozinho durante o recreio na sala de aula. Na história quase autobiográfica de Fabrício Carpinejar, essa implicância comum entre as crianças é narrada com humor, sem no entanto maquiar a angústia que ela causa. No final, o personagem consegue reagir de modo surpreendente e, sem precisar brigar com ninguém, consegue o respeito dos colegas além da menina mais bonita da escola.
Título: Filhote De Cruz-Credo: A Triste Historia Alegre De Meus Apelidos
ISBN: 9788599520239
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas:
Ano copyright: 2006
Coleção:
Ano de edição: 2006
Edição: 1ª
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Carpinejar é poeta, jornalista e mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS, além de coordenador e professor do curso de Formação de Escritores e Agentes Literários da Unisinos. Filho do casal de poetas Maria Carpi e Carlos Nejar, nasceu na cidade gaúcha de Caxias do Sul em 1972. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Maestrale/San Marco (2001), Açorianos (2001 e 2002), Cecília Meireles (2002), Olavo Bilac (2003) e Prêmio Erico Verissimo (2006). Carpinejar foi traduzido ao alemão e assinou contratos na Itália e na França. Participou de antologias no México, Colômbia, Índia e Espanha, e vem sendo aclamado por escritores do porte de Carlos Heitor Cony, Millôr Fernandes, Ignácio de Loyola Brandão e Antonio Skármeta como um dos principais nomes da poesia brasileira contemporânea.