Cyrano de bergerac

Autor: Edmond Rostand
Editora: Scipione

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Sinopse

A história passa-se na França, no século XVII. Cyrano de Bergerac é poeta brilhante e bravo espadachim. Dono de um nariz imenso, considera-se feio e desprezível. Não tem coragem de declarar seu amor por Roxana, sua bela prima, que é apaixonada pelo cadete Cristiano – amigo do poeta, mas privado de talento para expressar seus sentimentos. Sem esperança de conquistar a amada, Cyrano ajuda o cadete, redigindo suas declarações de amor. Será que Roxana descobrirá o verdadeiro autor dos poemas de amor?

Dados

Título: Cyrano de bergerac

ISBN: 9788526283145

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,5 x 20

Páginas: 88

Ano copyright: 1999

Coleção: Reencontro Literatura

Ano de edição: 2004

Edição: 14ª

Participantes

Autor: Edmond Rostand

Adaptação: Rubem Braga

Ilustrador: Carlos Eduardo S. De Andrade

Tradutor: Rubem Braga

Autor

RUBEM BRAGA

Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.