Manifesto antropofago e outros escritos

Autor: Oswald de Andrade
Editora: Tapioca

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Sinopse

Esta seleção reúne os célebres textos de Oswald de Andrade: "Manifesto da Poesia Pau-Brasil", "Manifesto antropófago", entre outros, como o raro artigo "Esquema ao Tristão de Athayde", o qual a editora Tapioca tem o privilégio de lançar nesta edição especial, que inclui fac-símiles dos escritos veiculados nos periódicos da época. Publicados em revistas e jornais entre 1922 e 1931, os textos e aforismos aqui compilados marcam o período de efervescência literária e cultural do autor – como o evento da Semana de Arte Moderna de 1922 –, em que a antropofagia oswaldiana se fazia presente, com sua contundente reflexão metacultural, em que buscava absorver da cultura brasileira aquilo que nos descolonizava e nos forçava a nos valorizarmos como nação. Utilizando temas como os povos originários, lançando críticas ácidas e sátiras à sociedade e à política brasileira, e por meio da construção de um texto mais livre – algo que ele pregava –, os escritos de Oswald de Andrade romperam barreiras significativas nos âmbitos literário e cultural que não somente delinearam os passos para o Modernismo Brasileiro, mas também foram capazes de nos fazer, de modo insistente e transgressor, questionar a nossa identidade, para então, quem sabe, nos tornarmos cada vez mais fortes culturalmente.

Dados

Título: Manifesto Antropofago E Outros Escritos

ISBN: 9786560441330

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 1,6

Páginas: 96

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Oswald de Andrade

Autor

OSWALD DE ANDRADE

José Oswald de Souza Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo, em 1890. Jornalista e advogado, fundou a revista O Pirralho, em 1911, bacharelando-se pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1919. Trabalhou, entre outros, para o Diário Popular, e O Estado de São Paulo. Participou ativamente da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual foi um dos organizadores. Amigo de Mário de Andrade, formou com ele a dupla de maior expressão do movimento modernista. Posteriormente a 1922, desencadeou dois movimentos, o Pau-Brasil (1924/25) e o da Antropofagia (1928). O primeiro, utilizando elementos da vanguarda francesa, pregava a criação de uma poesia primitiva e nacionalista, fruto da união de uma cultura nativa com uma cultura intelectualizada. O segundo movimento questionava a estrutura política, econômica e cultural do país, entendida como uma herança deixada pelo colonizador. Entre 1922 e 1934, publicou a Trilogia do exílio formada pelos romances Os condenados (1922), Estrela de absinto (1927) e A escada vermelha (1934). Paralelamente à sua atividade literária, envolveu-se com o clima de radicalização política dominante no país após a Revolução de 1930, tendo ingressado no então Partido Comunista do Brasil (PCB). Nesse período, escreveu três peças de teatro: O homem e o cavalo (1934), A morta e O rei da vela (1937). Escreveu também Pau-Brasil (1925), Memórias sentimentais de João Miramar (1927) e Manifesto Antropofágico (1928). Faleceu em São Paulo em 1954.