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Autor: Oswald de Andrade
Editora: Companhia das Letras
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Nesta reunião de artigos e conferências da década de 1940, os leitores podem conhecer o pensamento afiado e atual de um dos principais nomes do modernismo.Presença incontornável nos jornais do país, sobretudo de São Paulo, Oswald de Andrade foi um dos mais notáveis observadores de seu tempo. Sua colaboração na imprensa, em alguns momentos mais assídua, em outros mais esparsa, atesta a inteligência, o refinamento, o humor e a liberdade de seu pensamento, que não fazia concessões.Lançado em 1945, Ponta de lança reúne artigos publicados no Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Folha da Manhã, bem como três conferências proferidas entre 1943 e 1945. Os conflitos mundiais despontam não apenas como pano de fundo, mas frequentemente como tema central dos textos.Documento importante que registra as transformações ideológicas, culturais, sociais e artísticas do Brasil e do mundo na primeira metade do século XX, o livro surpreende também por sua atualidade. As instabilidades e incertezas políticas surgem lado a lado com reflexões sobre as artes e a literatura, sendo recorrente a referência à Semana de Arte Moderna.Nas palavras do crítico Silviano Santiago, “Ponta de lança é um livro corajoso, amplo e tantas vezes profético. Ao lado do culto à liberdade e da defesa dos ideais democráticos, sua tônica principal, está iluminado também pela esperança de dias melhores”.
Título: Ponta De Lança
ISBN: 9788535938500
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,1
Páginas: 184
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2024
Edição: 1ª
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Autor: Oswald de Andrade
José Oswald de Souza Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo, em 1890. Jornalista e advogado, fundou a revista O Pirralho, em 1911, bacharelando-se pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1919. Trabalhou, entre outros, para o Diário Popular, e O Estado de São Paulo. Participou ativamente da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual foi um dos organizadores. Amigo de Mário de Andrade, formou com ele a dupla de maior expressão do movimento modernista. Posteriormente a 1922, desencadeou dois movimentos, o Pau-Brasil (1924/25) e o da Antropofagia (1928). O primeiro, utilizando elementos da vanguarda francesa, pregava a criação de uma poesia primitiva e nacionalista, fruto da união de uma cultura nativa com uma cultura intelectualizada. O segundo movimento questionava a estrutura política, econômica e cultural do país, entendida como uma herança deixada pelo colonizador. Entre 1922 e 1934, publicou a Trilogia do exílio formada pelos romances Os condenados (1922), Estrela de absinto (1927) e A escada vermelha (1934). Paralelamente à sua atividade literária, envolveu-se com o clima de radicalização política dominante no país após a Revolução de 1930, tendo ingressado no então Partido Comunista do Brasil (PCB). Nesse período, escreveu três peças de teatro: O homem e o cavalo (1934), A morta e O rei da vela (1937). Escreveu também Pau-Brasil (1925), Memórias sentimentais de João Miramar (1927) e Manifesto Antropofágico (1928). Faleceu em São Paulo em 1954.