Não entender: memórias de uma intelectual

Autor: Beatriz Sarlo
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

“Não é um livro de memórias. É um livro de memórias.” Com estas palavras hesitantes, Beatriz Sarlo, consideradas uma das mais importantes intelectuais latino-americanas de todos os tempos, inaugura seu autorretrato dos afetos e leituras que a formaram.“Uma autoanálise de verdade.”JÚLIO PIMENTEL PINTO“Será possível escrever minha própria história?” — essa pergunta que é também um desafio leva Beatriz Sarlo, nome inescapável da intelectualidade argentina, brilhante comentadora política e crítica literária sem igual, a voltar seus olhos para o passado, na tentativa de recriar o fio de sua própria trajetória.A ideia da incompreensão, que costura essas memórias, se estende para além das dificuldades com as obras literárias da infância, pairando sobre a tentativa de dar ordem a uma vida atribulada, que nunca se adequou aos rótulos, pois em todas as esferas de sua vida, Sarlo sempre rejeitou a adesão completa a credos e seitas, tornando-se uma estranha a todo grupo que a seduzia. Mais do que um exercício memorialista, Sarlo procura as zonas de sombra, tudo aquilo que não conseguiu compreender e que permanece enigmático, articulando reflexões fascinantes que se equilibram entre a autobiografia e o ensaio.

Dados

Título: Não Entender: Memórias De Uma Intelectual

ISBN: 9788535944495

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 1,2

Páginas: 216

Ano copyright: 2026

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Beatriz Sarlo

Tradutor: Elisa Menezes

Autor

BEATRIZ SARLO

Beatriz Sarlo, uma das mais importantes críticas literárias da Argentina, nasceu em Buenos Aires, em 1942. É professora emérita da Universidade de Buenos Aires e durante trinta anos dirigiu a revista cultural Punto de vista (1978-2008), que começou clandestinamente durante a ditadura militar e tornou-se referência para a transição democrática. Publicou estudos sobre literatura e cultura, como A paixão e a exceção (2005), Tempo passado (2007) e Modernidade periférica: Buenos Aires 1920 e 1930 (2010). Em 2009, recebeu do governo brasileiro a Ordem do Mérito Cultural. Seu trabalho, Viagens: da Amazônia às Malvinas (2015) é um relato pessoal que retoma suas viagens de juventude pela América Latina nos anos 1960.