Minhas queridas e outras cartas

Autor: Clarice Lispector
Editora: Rocco

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Sinopse

Clarice viveu no exterior durante mais de quinze anos, acompanhando o marido diplomata, enquanto suas irmãs permaneceram no Brasil. Mais do que irmãs, eram amigas inseparáveis, apoiando-se desde a ausência da mãe, que partiu prematuramente. As cartas que trocavam eram a forma de manter a conexão, em uma época sem a facilidade das comunicações modernas. Essa troca resultou em uma correspondência refletida nas 120 cartas que revelam a estreita ligação entre Clarice, Elisa e Tania.Sua correspondência também reflete um período histórico significativo, como a Segunda Guerra Mundial, quando Clarice se tornou uma testemunha dos eventos, transitando de Nápoles, marcada pelo conflito, para a calma Berna e a vibrante Washington do pós-guerra.O livro Minhas queridas, de 2007, organizado por sua biógrafa, Teresa Montero, evidenciou este lado de Clarice. Agora, neste Minhas queridas e outras cartas, conhecemos seus cuidados maternais. Como definiu a própria autora, “nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos” (Todas as crônicas, Rocco).

Dados

Título: Minhas Queridas E Outras Cartas

ISBN: 9786555326178

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 16,4 x 23,2 x 1,8

Páginas: 320

Ano copyright: 2025

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Clarice Lispector

Organizador: Teresa Montero

Autor

CLARICE LISPECTOR

Clarice Lispector (1925-1977) passou a infância em Recife e em 1937 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou em direito. Estreou na literatura ainda muito jovem com o romance Perto do Coração Selvagem (1943), que teve calorosa acolhida da crítica e recebeu o Prêmio Graça Aranha. Entre suas obras mais importantes estão as reuniões de contos A Legião Estrangeira (1964) e Laços de Família (1972) e os romances A Paixão Segundo G.H. (1964) e A Hora da Estrela (1977).
Clarice Lispector começou a colaborar na imprensa em 1942 e, ao longo de toda a vida, nunca se desvinculou totalmente do jornalismo. Trabalhou na Agência Nacional e nos jornais A Noite e Diário da Noite. Foi colunista do Correio da Manhã e realizou diversas entrevistas para a revista Manchete. A autora também foi cronista do Jornal do Brasil. Produzidos entre 1967 e 1973, esses textos estão reunidos no volume A Descoberta do Mundo.