Home › Livros › Humanidades › Antropologia
Autor: Pierre Fatumbi Verger
Editora: Companhia das Letras
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.
R$ 139,90
em até 3x sem juros
Resultado de décadas de pesquisa na África, Ewé reúne 447 fórmulas iorubás medicinais e rituais, registradas por Pierre Fatumbi Verger. Um clássico que revela a força da tradição oral e a herança cultural que une Brasil e África, recuperado para esta nova edição.Em 1952, em Queto, hoje na República do Benim, Pierre Verger foi iniciado como babalaô, recebendo o nome de Fatumbi, “renascido pela graça de Ifá”. Aprendeu então os segredos da medicina iorubá, transmitidos a ele oralmente por seus mestres babalaôs. Ao longo dos anos seguintes, coletou milhares de receitas, anotando o uso das plantas iorubás e as encantações, tão essenciais quanto os outros ingredientes.Ewé apresenta 447 dessas fórmulas na íntegra, em iorubá e português, divididas em: receitas de uso medicinal; receitas relativas à gravidez e ao nascimento; trabalhos relativos às divindades, de uso benéfico, de uso maléfico e de proteção contra trabalhos maléficos.O autor oferece ainda preciosas informações de referência, como glossários com a nomenclatura das plantas em iorubá e sua classificação científica, e comenta a relação entre os nomes dados às plantas e a ação esperada delas, uma associação poética recriada para transmitir os conhecimentos que há séculos passam de geração em geração, oralmente. Com Ewé, Pierre Fatumbi Verger lança luz sobre uma cultura baseada na oralidade e diversa daquelas apoiadas na palavra escrita.
Título: Ewé: O Uso Das Plantas Na Sociedade Iorubá
ISBN: 9788535938333
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15,6 x 23 x 3,8
Páginas: 784
Ano copyright: 2025
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 2ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Pierre Fatumbi Verger
Jorge Amado nasceu em 10 de agosto de 1912, em Itabuna, na Bahia, filho de João Amado de Faria e Eulália Leal. Aos dois anos, a família mudou-se para Ilhéus, onde o menino passou a infância e viveu experiências que marcariam sua literatura: a vida no mar, o universo da cultura do cacau e as disputas por terra. Começou a escrever profissionalmente como repórter aos catorze anos, em veículos como Diário da Bahia, O Imparcial e O Jornal. Na década de 1930 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde estudou direito e travou contato com artistas e intelectuais de esquerda, como Raul Bopp, Rachel de Queiroz, Gilberto Freyre, Graciliano Ramos, Vinicius de Moraes e José Lins do Rego. Estreou com o romance O país do Carnaval (1931). Durante o Estado Novo (1937-45), devido à sua intensa militância política, sofreu censuras, perseguições e chegou a ser detido algumas vezes. Foi eleito deputado federal pelo PCB em 1945. Entre os projetos de lei de sua autoria, estava o que instituía a liberdade de culto religioso. Nesse mesmo ano, conheceu Zélia Gattai, com quem se casou, teve dois filhos, João Jorge e Paloma, e viveu até os últimos dias. Nas décadas de 1940 e 50, viajou pela América Latina, Leste Europeu e União Soviética. Escreveu então seus livros mais engajados, como a biografia de Luís Carlos Prestes e a do poeta Castro Alves, além da trilogia Os subterrâneos da liberdade. Rompeu com o PCB nos anos 1950. A partir de então, sua literatura passou a dar mais relevo ao humor, à sensualidade, à miscigenação e ao sincretismo religioso, em livros como Gabriela, cravo e canela (1958), Tenda dos Milagres (1969), Tieta do Agreste (1977). Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1961, e ganhou prêmios importantes da literatura em língua portuguesa, como o Camões (1995), o Jabuti (1959 e 1997) e o do Ministério da Cultura (1997). A partir da década de 1980, passou a viver entre Salvador e Paris. Sua obra está publicada em mais de cinquenta países e foi adaptada com sucesso para o rádio, o cinema, a televisão e o teatro, transformando seus personagens em parte indissociável da vida brasileira. Jorge Amado morreu em 2001, alguns dias antes de completar 89 anos.