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Autor: Voltaire | Hélène Bastard
Editora: J'ai Lu
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Jeannot et Colin, amis inséparables, grandissent ensemble en Auvergne. Pourtant, lorsque Jeannot apprend que son père a fait fortune et qu'il le somme de se rendre à Paris, il quitte son ami sans le moindre regret. La tristesse accable alors le bon Colin, resté seul au pays. L'amitié aura-t-elle raison des préjugés sociaux ? Voici onze contes mordants dans lesquels on croise des fakirs, une princesse amoureuse d'un porteur borgne, un fils de prince aux prises avec sa conscience...Entre Orient et Occident, Voltaire raconte avec ironie les absurdités et les bonheurs du monde. Objets d'étude : Dénoncer les travers de la société (3e) / Le roman et le récit du XVIIIe siècle au XXIe siècle (Lycée). Dossier pédagogique : Cinq fiches pour saisir les enjeux de l'oeuvre. Prolongement : La figure du pédagogue (corpus de textes).
Título: Jeannot et colin: et autres contes philosophiques
ISBN: 9782290234785
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 18
Páginas: 128
Ano copyright: 2022
Coleção: Librio
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
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Autor: Voltaire | Hélène Bastard
François-Marie Arouet (1694-1778), que assumiu posteriormente o nome de Voltaire, nasceu e morreu em Paris. Um dos mais célebres escritores do século XVIII, escreveu tragédia, epopéia, história, crítica, romance e filosofia, tendo se tornado notável em todos esses gêneros, mas principalmente na filosofia. Descendente da pequena nobreza européia, desde cedo destacou-se como brilhante pensador, tendo freqüentado as melhores universidades do seu tempo. Com pouco mais de 20 anos, já havia sido preso e exilado por ordem do regente Felipe de Orleans a quem havia dedicado panfletos satíricos e críticos. No seu exílio inglês escreveu as célebres Cartas inglesas ou filosóficas. Por haver sempre atacado com energia a intolerância religiosa e defendido com calor todas as causas que lhe pareceram justas, levantou freqüentemente contra si a ira dos poderosos da época, as quais chegaram mesmo, por duas vezes, a levá-lo à Bastilha. Mas tanto pela justiça e oportunidade dos seus ataques, como pelo caráter fundamental das suas obras, exerceu em toda a França, durante mais de cinqüenta anos de incessante atividade, verdadeira soberania literária e social. As obras que compôs são inúmeras, alcançando algumas edições completas 95 volumes. Numa carreira que alternou sucesso e escândalo, escreveu, entre outros, Cartas filosóficas, Zadig, Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações e Dicionário filosófico. Morreu aos 84 anos, após uma visita triunfal a Paris, de onde estivera exilado por tanto tempo. Seu derradeiro bilhete diz que “morria admirando os amigos, sem odiar os inimigos e detestando a superstição”.