Sobre a genealogia da moral:um escrito polemico

Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: L&PM Pocket

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Sinopse

“Somo-nos desconhecidos”Publicado em 1887, nos anos de maturidade do autor, Sobre a genealogia da moral perscruta de onde surgiram nossos conceitos e preconceitos morais e, em se tratando de Friedrich Nietzsche (1844-1900), o faz implodindo, ao mesmo tempo, o castelo da metafísica ocidental e os pila­res das ilusões da religião. Retomando mais detidamente tópicos que já havia tocado em obras anteriores, como as ideias básicas da nossa moralidade – os conceitos de bem e mal – e como foram desenvolvidas, Nietzsche parte do princípio de que o homem é um ser histórico.No primeiro dos três ensaios, são demonstradas as raízes profundamente arraigadas do cristianismo na mo­ral ocidental pós-socrática. Na segunda parte, Nietzsche fala da origem da consciência moral, da mudança do ser humano de uma “besta selvagem” a “animal manso”. Já na terceira, aborda a gênese do tipo de poder que ele chama de “sacerdotal” – poder de cunho religioso que ele detonará, com toda ênfase, em O anticristo, de 1888.Eis uma das obras mais acessíveis do autor, que de­monstra que as relações históricas entre nobres e escravos moldaram nossa suposta moralidade.

Dados

Título: Sobre a genealogia da moral:um escrito polemico

ISBN: 9788525436788

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 10,7 x 17,8 x 1

Páginas: 192

Ano copyright: 2017

Ano de edição: 2018

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Friedrich Nietzsche

Tradutor: Renato Zwick

Autor

FRIEDRICH NIETZSCHE

Friedrich Wilhelm Nietzsche (Roecken, 1844-1900) foi um dos mais importantes filósofos do século XIX. De genialidade precoce, aos dez anos já fazia suas primeiras composições musicais e aos quatorze tornou-se professor numa Escola Rural. Estudou Filologia e Teologia nas Universidades de Bonn e Leipzig e, aos vinte anos, conheceu a obra do filósofo Schopenhauer, uma de suas maiores influências. Com apenas vinte e quatro anos foi chamado para a cadeira de Língua e Literatura Grega na Universidade da Basiléia, na Suíça. Ocupou-se também da disciplina de Filologia Clássica e foi professor durante dez anos. Em 1872, publicou seu primeiro livro, O nascimento da tragédia, ensaio que viria a se tornar um clássico na história da estética. Humano, demasiado humano, foi publicado em 1878, época em que as dores que o filósofo já sentia há algum tempo, começam a progredir. “De dor e cansaço estou quase morto”, escreve numa carta a uma amiga. Escreveu várias obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu: A gaia ciência (1882), Assim falou Zaratustra (1883-1885), sua obra-prima, e Ecce homo e O Anticristo (ambas de 1888). Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Nietzsche exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais.