The social contract

Autor: Jean-Jacques Rousseau
Editora: Penguin Books

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Sinopse

Censored in its own time, the Social Contract (1762) remains a key source of democratic belief and is one of the classics of political theory. It argues concisely but eloquently, that the basis of any legitimate society must be the agreement of its members. As humans we were `born free' and our subjection to government must be freely accepted. Rousseau is essentially a radical thinker, and in a broad sense a revolutionary. He insisted on the sovereignty of the people, and made some provocative statements that are still highly controversial. His greatest contribution to political thought is the concept of the general will, which unites individuals through their common self-interest, thus validating the society in which they live and the constraints it imposes on them. This new translation is fully annotated and indexed. The volume also contains the opening chapter of the manuscript version of the Contract, together with the long article on Political Economy, a work traditionally between the Contract and Rousseau's earlier masterpiece, the Discourse on Inequality. SynopsisThroughout history, some books have changed the world. They have transformed the way we see ourselves and each other. They have inspired debate, dissent, war and revolution. They have enlightened, outraged, provoked and comforted. They have enriched lives and destroyed them. Now Penguin brings you the works of the great thinkers, pioneers, radicals and visionaries whose ideas shook civilization, and helped make us who we are.

Dados

Título: The Social Contract

ISBN: 9780141018881

Idioma: Inglês

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18

Páginas: 168

Ano copyright: 1762

Coleção: Great Ideas - Vol. 8

Ano de edição: 2004

Edição:

Participantes

Autor: Jean-Jacques Rousseau

Tradutor: Maurice Cranston

Autor

JEAN-JACQUES ROUSSEAU

Jean-Jacques Rousseau nasceu em Genebra, Suíça, em 1712. Órfão de mãe, Rousseau foi abandonado pelo pai aos dez anos. Trabalhou como aprendiz de gravador até deixar a cidade natal, em 1728. Em Turim, converteu-se ao catolicismo e, como lacaio, seminarista, professor de música ou tutor, visitou muitas partes da Suíça e da França. Em 1732, estabeleceu-se durante oito anos em Chambéry (ou Les Charmettes), casa de campo de madame de Warens, recordada por Rousseau, nas Confissões, como um lugar idílico. Em 1741, foi para Paris, onde conheceu Diderot, que lhe encomendou os verbetes de música para a Enciclopédia. Os anos de 1750 testemunharam uma ruptura com Voltaire e Diderot, e seus escritos adquiriram um novo tom, de independência contestadora. Em seu Discurso sobre as ciências e as artes e no Discurso sobre a origem da desigualdade, mostrava como o desenvolvimento da civilização corrompia as virtudes naturais e aumentava a desigualdade entre os homens. Em 1758, atacou os ex-amigos, os enciclopedistas, na Carta a D’Alembert sobre os espetáculos, que ridicularizava a sociedade culta. Antes, em 1757, mudara-se para Montmorency, e os cinco anos que lá passou foram os mais férteis da sua vida. Seu notável romance A nova Heloísa (1761) teve um sucesso retumbante e imediato. Nele, e no Emílio, que veio a lume um ano depois, Rousseau invocava a inviolabilidade dos ideais pessoais contra os poderes do Estado e as pressões da sociedade. Sua filosofia política é coroada com Do contrato social, publicado em 1762. Nesse mesmo ano, escreveu um ataque à religião revelada, a Profissão de fé do vigário saboiano. Foi expulso da Suíça e fugiu para a Inglaterra, onde fez de Hume seu inimigo, e voltou a suas peregrinações continentais. Em 1770, completou suas Confissões. Passou seus últimos anos na França, onde morreu em 1778.