A nervura do real ii: imanencia e liberdade em espinosa

Autor: Marilena Chaui
Editora: Companhia das Letras

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 15 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 134,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Marilena Chauí, intelectual pública e uma das grandes filósofas de sua geração, completa agora o percurso iniciado com o estudo da ideia espinosana de imanência, obra que causou grande repercussão e debate quando publicada, em 1999. Hoje, filósofos, psicanalistas e neurobiologistas voltam-se para a filosofia de Espinosa para redescobrir um pensamento que enfrentou de modo certeiro questões retomadas no presente. Neste segundo volume, Chauí lida com a questão da liberdade em Espinosa — tema que nos interpela talvez mais que qualquer outro em sua filosofia — e procura demonstrar que a necessidade incondicionada da potência infinita da Natureza, da qual somos uma expressão, é a condição da liberdade humana.

Dados

Título: A Nervura Do Real Ii: Imanencia E Liberdade Em Espinosa

ISBN: 9788535927597

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 712

Ano copyright: 2016

Ano de edição: 2016

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Marilena Chaui

Autor

MARILENA CHAUI

Marilena Chaui é professora de história da filosofia e de filosofia política na Universidade de São Paulo, onde leciona desde 1967, ano em que defendeu sua tese de mestrado sobre Merleau-Ponty e iniciou, na França, seus estudos sobre a filosofia de Espinosa. Além das atividades acadêmicas, tem participado ativamente da vida política do país, tendo sido secretária da cultura do município de São Paulo na gestão da prefeita Luiza Erundina de Sousa. Obras publicadas: O que é ideologia, Da realidade sem mistérios ao mistério do mundo — Espinosa, Voltaire, Merleau-Ponty, Seminários — o nacional e o popular na cultura brasileira, Cultura e democracia — o discurso competente e outras falas.