Memoires posthumes de bras cubas

Autor: Machado de Assis
Editora: Metailie

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Sinopse

Enlevé à la vie par une pneumonie due à une idée fixe, Bras Cubas fait le récit posthume de sa vie. Dans un ultime délire, il se penche avec une distance amusée sur ce qu'il a été. Un texte subtil où la prose permet des jeux formels inattendus, écrit par un auteur dont l'art, teinté de nihilisme, préfigure l'exploitation moderne de l'inconscient.

Dados

Título: Memoires posthumes de bras cubas

ISBN: 9791022603508

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 12,5 x 19

Páginas: 240

Ano copyright: 1881

Coleção: Suites

Ano de edição: 2015

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Tradutor: R. Chadebec de Lavalade

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.