Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Estrangeira
Autor: Aluisio Azevedo
Editora: BRASILIARIS
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 12 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 39,00
em até 3x sem juros
Este livro inaugura o romance policial no Brasil. Baseado num famoso caso ocorrido no Rio de Janeiro, este romance-folhetim foi publicado sem autoria na Revista A SEMANA. Apesar do crime real não ter sido desvendado, este livro tornou-se um marco na literatura brasileira, principalmente após atribuírem sua autoria ao já consagrado Aluísio Azevedo.Essa novela foi publicada em folhetins de 03 de janeiro a 14 de março de 1885. Escrita em forma de cartas, narra as desventuras de um marido traído que busca a sua mulher que fugiu com um tal de Matta, de acordo com o cartão que ele encontrou em casa, mas que poderia também ser Malta, ou mesmo Mattos, porque o sujeito parece ser um vigarista. O traído escreve cartas ao jornal de suas investigações e essas cartas são publicadas sem revelar os nomes verdadeiros dos personagens. Num ritmo de investigação, com capítulos curtos, esta novela é daquelas que não se consegue parar de ler até elucidar o mistério.
Título: Mattos, Malta Ou Matta
ISBN: 9786586082906
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 0,2
Páginas: 78
Ano copyright:
Coleção: Grandes Classicos Da Lingua Portuguesa
Ano de edição: 2023
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Aluisio Azevedo
Aluísio Azevedo nasceu em São Luís, MA, em 1857, e morreu em Buenos Aires em 1913. Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 17 anos, instado por seu irmão, o dramaturgo Artur Azevedo. Estudou na Academia Imperial de Belas Artes e passou a colaborar com a imprensa, fazendo caricaturas e escrevendo poemas. Publicou Uma lágrima de mulher (1879), sucesso que lhe rendeu condições materiais para viver apenas da escrita. Influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola, seria um dos pioneiros do naturalismo na ficção brasileira. Em 1881, no auge da Campanha Abolicionista, publica O mulato, causando grande comoção. Escreveria ainda Casa de pensão, O coruja e outros romances e folhetins. Em 1895, ingressa na carreira diplomática, deixando para trás a vida literária e a publicação de livros. Representou o Brasil na Espanha, na França, no Japão, na Itália, no Paraguai e na Argentina, onde morreu às vésperas de completar 56 anos.