Republica dos mentecaptos: uma hilariante historia de mandrioes, cortesas, espertalhoes e certos valdevinos de modo geral

Autor: Fernando Vita
Editora: Geração Editorial

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Sinopse

Neste seu novo romance, República dos Mentecaptos, Fernando Vita está ainda mais divertido. Como nos livros anteriores desse escritor baiano que rende tributos a João Ubaldo Ribeiro e Fernando Sabino, a história se passa em Todavia, uma cidade imaginária, espécie de Macondo de García Márquez no Recôncavo da Bahia. Tudo ali parece absurdo e ao mesmo tempo real, com personagens e episódios fictícios e outros verdadeiros. O prefeito megalomaníaco e admirador de Antônio Carlos Magalhães, autodenominado AMB, quer transformar o estado em República da Bahia e fazer do seu minguado município o Estado de Todavia. Ele criaria até uma moeda especial, o aceeme –um acarajé recheado custaria 5 aceemes, e um coco gelado valeria 1 aceeme e 20 aceeminhos. Um personagem garante que andar de costas faz bem para o coração. Outro diz ter o coração de banana mole, sofre e chora à toa. Rir é o melhor remédio. Ele está nas mãos do leitor. Saúde! Com boas gargalhadas.

Dados

Título: Republica Dos Mentecaptos: Uma Hilariante Historia De Mandrioes, Cortesas, Espertalhoes E Certos Valdevinos De Modo Geral

ISBN: 9788581304168

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 15,6 x 23 x 2

Páginas: 318

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Vita

Autor

FERNANDO VITA

Fernando Vita nasceu em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano, em 22 de dezembro de 1948. Lá iniciou os seus estudos. Mudou-se em 1965 para Salvador e em 1973 formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia. Iniciou sua vida profissional no extinto Jornal da Bahia, onde foi repórter, editor e crítico musical. Foi repórter freelance do Jornal do Brasil e das revistas Veja e Istoé/Senhor. Nos anos 80 escreveu crônicas semanais para o jornal A Tarde e para o semanário Pasquim. Em 2006, com o romance Tirem a doidinha da sala que vai começar a novela, Vita recebeu o Prêmio Braskem Cultura e Arte e teve o seu primeiro livro publicado pelo selo Casa de Palavras, da Fundação Casa de Jorge Amado.