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Este dossiê pretende fazer justiça a Sándor Ferenczi, apresentando algumas das principais perspectivas da sua obra ao leitor da Cult. Gustavo Dean-Gomes tece uma breve biografia do húngaro, destacando momentos significativos do seu percurso intelectual. Eugênio Canesin Dal Molin discorre sobre a noção ferencziana de trauma, centrando seu argumento no revelador conceito de identificação com o agressor. Daniel Kupermann apresenta o estilo clínico empático, tão inspirador para os psicanalistas do século 21, desenvolvido por Ferenczi com base em sua experiência com o tratamento de sujeitos traumatizados. E Jô Gondar discute de que modo as concepções ferenczianas acerca da constituição subjetiva contribuem para as discussões contemporâneas sobre gênero.Completam a edição entrevista com a professora e antropóloga Debora Diniz; crítica sobre a peça teatral “Esperando Godot”, encenada pelo Teatro Oficina; e matéria sobre a aparição das Forças Armadas no processo eleitoral brasileiro.Entrevista com Debora Dinizpor Luís Costa“O que ele faz, o sr. Godot?”por Wellington Andradedossiê Fazer justiça a Sándor Ferenczi | Apresentaçãopor Daniel KupermannFerenczi: notas biográficaspor Gustavo Dean-GomesReflexões sobre o trauma: rendição e resistênciapor Eugênio Canesin Dal MolinO estilo empático na clínica psicanalítica?por Daniel KupermannFerenczi: diferença e multiplicidadepor Jô GondarO voto sob mirapor Luís Costa
Título: Revista Cult #284
ISBN: 977141470700700284
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 20 x 27
Páginas: 48
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2022
Edição: 1ª
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Organizador: Revista Cult