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Autor: Eduardo Giannetti
Editora: Companhia das Letras
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Os juros fazem parte da vida de todos. O princípio econômico é simples: o devedor antecipa um benefício para desfrute imediato e se compromete a pagar por isso mais tarde, e quem empresta cede algo de que dispõe agora e espera receber um montante superior no final da transação. Em O valor do amanhã, Giannetti defende que esse aspecto dos juros é apenas parte de um fenômeno natural maior, tão comum quanto a força da gravidade e a fotossíntese. Desde o momento em que aprendeu a planejar sua vida, o homem antecipa e projeta seus desígnios usando esta prática. O hábito de fazer dieta, a dedicação aos estudos e os exercícios físicos são situações da vida prática nas quais se manifesta a realidade dos juros.É dessa maneira original que Giannetti analisa o tema. Ao extrapolar os limites financeiros do fenômeno, o autor mostra que questões concretas têm raízes comportamentais e institucionais ligadas à formação de nossa sociedade. O autor ainda discute os problemas éticos da prática de juros extremamente elevados. Apesar de não se propor a “oferecer receitas ou saídas”, o trabalho de Giannetti “reflete as experiências, preocupações e esperanças de um cidadão brasileiro enfronhado nas realidades e aspirações do seu país”.
Título: O Valor Do Amanha
ISBN: 9788535920413
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 22,7
Páginas: 208
Ano copyright: 2012
Coleção:
Ano de edição: 2012
Edição: 2ª
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Autor: Eduardo Giannetti
Eduardo Giannetti é mineiro de Belo Horizonte, nasceu em 1957 e leciona no Instituto de Ensino e Pesquisa, o Insper. Em 94, recebeu o prêmio Jabuti por Vícios privados, benefícios públicos?, um estudo sobre a evolução dos pensamentos filosófico e econômico da antiguidade até os dias de hoje. Em Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização (2002), compõe um debate fictício entre uma jornalista, um intelectual desempregado, um roteirista de documentários e um economista liberal. Sem defender um ponto de vista único, a obra é uma síntese do trabalho de Giannetti, sempre entre o discurso filosófico e a reflexão econômica.