Eu, prosador, me confesso

Autor: Cristovao Tezza
Editora: Quelônio

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 20 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 82,00

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Eu, prosador, me confesso, estreia do premiado romancista Cristovão Tezza na lírica, reúne 34 poemas. São composições surpreendentes vindas de um autor que sempre fez o elogio do “espírito da prosa”. Aqui não há, porém, espaço para o confessionalismo ou para o lirismo derramado. A confissão, que está no título, é da ordem da ironia e da reflexão, em diálogo com o modernismo brasileiro e a poesia contemporânea. Os versos falam sobre o tempo, a paisagem curitibana, a densidade histórica, o conturbado momento político e a arte poética. Edição numerada feita em processos artesanais de composição, impressão e acabamento na tipografia da editora Quelônio.

Dados

Título: Eu, Prosador, Me Confesso

ISBN: 9788593229237

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 22,7

Páginas: 56

Ano copyright: 2017

Ano de edição: 2017

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Cristovao Tezza

Autor

CRISTOVAO TEZZA

Cristovão Tezza nasceu em Lages, Santa Catarina, em 1952, mas mudou-se para Curitiba ainda quando criança. É considerado um dos mais importantes autores da literatura brasileira contemporânea. É autor, entre outros, de Trapo, O fantasma da infância, Aventuras provisórias, Breve espaço entre cor e sombra (Prêmio Machado de Assis/Biblioteca Nacional de melhor romance de 1998) e O fotógrafo (prêmios da Academia Brasileira de Letras e Bravo! de melhor romance do ano). O filho eterno venceu os mais importantes prêmios literários do país: primeiro lugar no Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa, como melhor livro do ano; o Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na mesma categoria; foi escolhido melhor romance pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (Apca), e ganhou o Jabuti de melhor romance.