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Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Editora: Ática
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Um homem espalha calcinhas e sutiãs nos cinemas da cidade, só para ver a reação das pessoas quando a luz se acende. Uma velha acredita que os raios conspiram contra sua família. Uma pedinte quer apenas que alguém segure o espelho para ela se pentear.Em 35 crônicas, situações bem-humoradas, inusitadas e comoventes como essas revelam a sensibilidade do consagrado escritor Ignácio de Loyola Brandão para a riqueza do cotidiano.
Título: Calcinhas Secretas - Pgl 34
ISBN: 9788508086139
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 20,5
Páginas: 140
Ano copyright: 2003
Coleção: Para Gostar De Ler - Vol. 34
Ano de edição: 2000
Edição: 1ª
Região:
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Legenda:
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Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em 2008 o romance O Menino que Vendia Palavras ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.