Olhos de ver

Autor: Tatiana Belinky
Editora: Moderna

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Sinopse

Pequenas cenas em nosso cotidiano revelam-se ricas de significados e emoções. Delicadezas da vida para quem tem olhos de ver... Que tal um passeio pela São Paulo de algumas décadas atrás? É o que este apanhado de crônicas nos proporciona. Por suas histórias desfilam cenas e tipos que marcaram o dia-a-dia paulistano. Um mendigo pede apenas - a medida exata do seu querer; crianças de rua vendem colchetes e barbatanas para colarinho, ou devolvem o troco de uma generosa esmola; outras, ainda, oferecem uma flor à senhora que lhes paga um sanduíche. E uma cidade diferente, bem mais tranqüila e humana, vai surgindo diante de nós, na elegância poética da crônica de Tatiana Belinky. Nessas crônicas, Tatiana revela flagrantes sentimentais que desvendam a "discreta" beleza da vida urbana de São Paulo. Devido à violência e a degradação na vida da grande metrópole, seus comentários singelos e poéticos parecem muitas vezes distantes da cidade que conhecemos. As crônicas de Tatiana Belinky convidam o leitor a percorrer as ruas da cidade de São Paulo de algumas décadas atrás - mais tranqüila e humana, menos apressada, mais sensível.

Dados

Título: Olhos De Ver

ISBN: 9788516041953

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,5 x 21

Páginas: 72

Ano copyright: 1989

Coleção: Veredas

Ano de edição: 2004

Edição:

Participantes

Autor: Tatiana Belinky

Ilustrador: Rogerio Borges

Autor

ROGERIO BORGES

Rogério Borges cresceu habituado com o cheiro de tinta, exercitando muito cedo os primeiros riscos no papel. Seu pai era pintor e ele adorava desenhar. Em 1971 saiu de Curitiba e foi para São Paulo fazer Comunicação Visual na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Começou a trabalhar com publicidade e mais tarde foi para a área editorial. Fez escola na Editora Abril ilustrando revistas, escrevendo, convivendo com ótimos profissionais. Em 1980 voltou-se para os livros. E aí tem estado até hoje como autor e como artista gráfico. Alterna pintura com arte digitalizada, conseguindo novos recursos de linguagem visual. Recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (1987), o prêmio Lourenço Filho, pelo conjunto de obras (1987), o da FNLIJ de Altamente Recomendável (1988-92-93-94), Jabuti (1996), além de ter sido selecionado pela FNLIJ para o catálogo de autores latino-americanos (2000). Ilustrou Você Lembra, Pai? e Contos Indígenas Brasileiros, de Daniel Munduruku; O Rei que Mora no Mar, de Ferreira Gullar; Ciúme em Céu Azul e O Caçador de Lobisomem, de Joel Rufino dos Santos; Facécias, de Luís da Câmara Cascudo; e O Rei Preto de Ouro Preto, de Sylvia Orthof.