As cem melhores cronicas brasileiras

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Objetiva

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Sinopse

A crônica não quer abafar ninguém, só quer mostrar que faz literatura também. Textos feitos para o momento e que, pela qualidade, vão ficar para sempre. Eis o breque deste livro. As cem crônicas e os 62 autores que tornaram um gênero, chamado ora de menor, ora de literatura de bermuda, numa sucessão interminável de grandes clássicos e de referência de bons momentos em nossa língua.Ela não discursa, não tem empáfia nem o compromisso de informar o que está acontecendo. Está no jornal, mas não ocupa espaço de notícia. Abusa da liberdade e quer distância da solenidade. Está no detalhe, no mínimo, no escondido, nas banalidades, na descontração do cotidiano. Como define ainda o curador Joaquim Ferreira dos Santos, o gênero é uma fina iguaria com direito à eternidade no paladar do leitor.E chefes e receitas não faltam nessa cozinha, revela Joaquim neste volume que forma agora uma trilogia com os anteriores Os Cem Melhores Poemas e Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século. Dos reis do gênero Rubem Braga e Luis Fernando Verissimo a novatos que cultivam o gênero na internet, como o pernambucano Xico Sá, passando pelos "príncipes" João do Rio, Nelson Rodrigues, Paulo Mendes Campos, Antônio Maria e Fernando Sabino, estão lá todos os craques - e as craques - que fizeram o brasileiro gostar de ler através dos jornais, introduzindo uma multidão à leitura de qualidade literária.

Dados

Título: As Cem Melhores Cronicas Brasileiras

ISBN: 9788573028614

Idioma: Português

Encadernação: Capa flexível

Formato: 16,5 x 23,5

Páginas: 360

Ano copyright: 2005

Ano de edição: 2007

Edição:

Autor

JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS

Joaquim Ferreira dos Santos nasceu no Rio de Janeiro. Começou no jornalismo como repórter do Diário de Notícias, em 1969, e ocupou diversos cargos em veículos como a revista Veja, o Jornal do Brasil, O Dia e O Globo. Neste último, criou uma coluna de notas no mesmo espaço ocupado anteriormente por Zózimo Barrozo do Amaral. É autor de diversos livros de crônicas, tendo textos incluídos em antologias com o melhor do gênero. Publicou ainda Feliz 1958: o ano que não devia terminar e as biografias de Antônio Maria e Leila Diniz.