A eternidade pelos astros

Autor: Louis-Auguste Blanqui
Editora: Rocco Jovens Leitores

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Sinopse

No segundo livro da coleção Memórias do Futuro – que reúne clássicos inéditos ou pouco conhecidos no Brasil, mas que mantêm o frescor estético e a atualidade –, o teórico socialista e revolucionário francês Louis-Auguste Blanqui (1805-1881) une química e poesia para refletir sobre a dinâmica do universo e a existência humana. Segundo ele, o universo é composto por um número finito de elementos que, combinados de incalculáveis maneiras diferentes, repetem-se, com pequenas variações, eternamente: “A eternidade encena, imperturbável, no infinito, as mesmas representações”. Mais do que a veracidade científica de suas hipóteses, a beleza da viagem empreendida por Blanqui, que antecipou o pensamento de Nietzsche acerca do eterno retorno, está no modo como se desenrola a argumentação, na riqueza das analogias e no brilhantismo sardônico de seu estilo.

Dados

Título: A Eternidade Pelos Astros

ISBN: 9788579802119

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,8 x 20

Páginas: 128

Ano copyright: 2016

Coleção: Memorias Do Futuro - Vol. 2

Ano de edição: 2016

Edição:

Participantes

Autor: Louis-Auguste Blanqui

Organizador: Marco Lucchesi

Tradutor: Luciana Persice

Autor

MARCO LUCCHESI

Marco Lucchesi nasceu no Rio de Janeiro e é professor da Faculdade de Letras da UFRJ. Leciona em diversas universidades do Brasil e do exterior. Editor-geral das revistas Poesia Sempre e Mosaico, é poeta, ensaísta e tradutor. De sua obra, destacam-se os seguintes livros: A Memória de Ulisses, Meridiano Celeste, Sphera, A Paixão do Infinito, Teatro Alquímico, O Sorriso do Caos e Faces da Utopia. Organizou, dentre outros, Caminhos do Islã, Viagem a Florença: Cartas de Nise da Silveira a Marco Lucchesi e Leopardi: Poesia e Prosa. Traduziu, dentre outros, A Trégua, de Primo Levi, Baudolino e A Ilha do Dia Anterior, ambos de Umberto Eco, Teologia mística, de Dionísio Areopagita, e Poemas à noite, de Rilke e Trakl. Assina a seleção e prefácio de Melhores Crônicas Euclides da Cunha e Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000. Também integra o Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 90 (seleção e prefácio de Paulo Ferraz).