A genealogia da moral

Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: Centauro

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Sinopse

Os escritos Nietzschianos depois de Zaratustra são dominados pela idéia da transvaloração de todos os valores. É que, para Nietzsche, todos os problemas da filosofia são problemas do valor. Onde quer que a filosofia anterior pensasse sobre o ser, ela foi dominada pelo ponto de vista dos valores. A verdade que Nietzsche questiona é a verdade do existente, a das ciências e a da metafísica, que se refere ao conjunto do existente. Mas a natureza desta verdade, não chega em Nietzsche a atingir uma perfeita claridade, ela permanece obscura na natureza da verdade da vida, na natureza da vontade de domínio e do eterno retorno. Ora, será que Nietzsche, envolto nessa obscuridade da natureza da verdade não acaba aceitando a metafísica, ou será que chegou a superá-la? É na busca da verdade de todas as coisas que Nietzsche esbarra na moral, a moral tradicional. Para ele o nível de uma moral se determina segundo o seu grau de verdade. O problema da moral é, definitivamente, um problema da verdade, da conformidade à vontade de domínio enquanto essência da vida.

Dados

Título: A genealogia da moral

ISBN: 9788588208339

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 114

Ano de edição: 2007

Edição:

Participantes

Autor: Friedrich Nietzsche

Tradutor: Joaquim Jose de Faria

Autor

FRIEDRICH NIETZSCHE

Friedrich Wilhelm Nietzsche (Roecken, 1844-1900) foi um dos mais importantes filósofos do século XIX. De genialidade precoce, aos dez anos já fazia suas primeiras composições musicais e aos quatorze tornou-se professor numa Escola Rural. Estudou Filologia e Teologia nas Universidades de Bonn e Leipzig e, aos vinte anos, conheceu a obra do filósofo Schopenhauer, uma de suas maiores influências. Com apenas vinte e quatro anos foi chamado para a cadeira de Língua e Literatura Grega na Universidade da Basiléia, na Suíça. Ocupou-se também da disciplina de Filologia Clássica e foi professor durante dez anos. Em 1872, publicou seu primeiro livro, O nascimento da tragédia, ensaio que viria a se tornar um clássico na história da estética. Humano, demasiado humano, foi publicado em 1878, época em que as dores que o filósofo já sentia há algum tempo, começam a progredir. “De dor e cansaço estou quase morto”, escreve numa carta a uma amiga. Escreveu várias obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu: A gaia ciência (1882), Assim falou Zaratustra (1883-1885), sua obra-prima, e Ecce homo e O Anticristo (ambas de 1888). Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Nietzsche exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais.