A cartomante em cordel

Autor: Machado de Assis
Editora: Nova Alexandria

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 12 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 46,00

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Escrito em 1884, A cartomante é um dos mais lidos e conhecidos contos de Machado de Assis. A história, relativamente simples, destila com aguçado senso de ironia a desafortunada sorte de indivíduos envolvidos num triângulo amoroso marcado pela tragédia. Recontado em versos, o conto mereceu do cordelista Antonio Barreto uma justa homenagem.Peço a luz ao UniversoQue conduz meu carrosselA me dar inspiração,Pois, em versos de cordel,Tento agora um desafioE preciso ser fiel.A coleção Clássicos em Cordel, que publica versões rimadas de grandesobras da literatura brasileira e universal, fica, sem dúvida, mais rica com esta contribuição.

Dados

Título: A Cartomante Em Cordel

ISBN: 9788574923338

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 23 x 16 x 0,3

Páginas: 40

Coleção: Classicos Em Cordel

Ano de edição: 2012

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Adaptação: Antonio Barreto

Ilustrador: Valderio Costa

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.