Historia da feiura

Organizador: Umberto Eco
Editora: Record

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Sinopse

Este livro dá seqüencia ao "História da Beleza".Aparentemnte beleza e feiúra são conceitos com implicações mútuas, e, em geral, entende-se feiúra como oposto da beleza, tanto que bastaria definir a primeira para saber o que seria a outra. No entanto, as várias manifestações do feio através dos séculos são mais ricas e imprevisíveis do que se pensa habitualmente.E, assim, tanto os textos antológicos quanto as extraordinárias ilustrações deste livro nos fazem percorrer um surpreendente itinerário entre pesadelos, terrores e amores de quase três mil anos, em que movimentos de repúdio seguem lado a lado com tocantes gestos de compaixão e rejeição da deformidade se faz acompanhar de êxtases decadentes com as mais sedutoras violações de qualquer cânone clássico. Entre demônios, loucos, inimigos horrendos e presenças pertubantes, entre abismos medonhos e deformidades que esfloram o sublime, entre 'freaks' e mortos vivos, descobre-se um veia iconográfica vastíssima e muitas vezes insuspeitada.

Dados

Título: Historia da feiura

ISBN: 9788501078643

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 17,7 x 24,5

Páginas: 456

Ano copyright: 2007

Ano de edição: 2015

Edição:

Participantes

Organizador: Umberto Eco

Tradutor: Eliana Aguiar

Autor

UMBERTO ECO

Umberto Eco nasceu em Alexandria, Itália, em 1932. Começou a cursar Direito na Universidade de Turim, mas logo decidiu dedicar-se à Filosofia, tendo se doutorado em 1954. Começou a trabalhar como editor de programas culturais na rede estatal italiana de televisão. Foi professor de Comunicação Visual e Semiótica. Detentor de inúmeros prêmios e títulos, Eco ficou conhecido como crítico, semiólogo, romancista e articulista. Propôs teorias estéticas e uma avaliação das vanguardas e dos impactos da sociedade globalizada e de informação na cultura humana. Entre suas obras ensaísticas destacam-se: Kant e o ornitorrinco (1997) e Sobre a literatura (2002). Entre suas coletâneas, ressaltam-se: Diário mínimo (1963) e O segundo diário mínimo (1990). Em 1980 estreou na ficção com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), que deu origem ao filme de mesmo nome. Em seguida vieram O pêndulo de Foucault (1988), Baudolino (2000), História da beleza (2004), História da feiúra (2007), entre outros. Faleceu em 19 de fevereiro de 2016.