So doi quando eu respiro

Autor: Caulos
Editora: L&PM

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Sinopse

Só dói quando eu respiro é o trabalho gráfico mais importante sobre ecologia publicado no país nos últimos 25 anos. Precursor, foi o primeiro livro de um grande desenhista a tratar sobre ecologia no Brasil. Desde 1976, quando foi lançado, até este começo de século seu conteúdo foi reproduzido de forma esparsa em centenas de livros didáticos de imensa tiragem, ilustrando, aqui e ali, questões sobre linguagem, comunicação e ecologia. Sua reedição restabelece o magnífico conjunto original. E mais: na contemporaneidade de seu traço, Só dói quando eu respiro já se configura um clássico, pois atravessou três décadas e ficou cada vez melhor. Aqui, ideia, texto e desenho se combinam numa harmonia perfeita. O humor refinado é oferecido num traço mais refinado ainda. E entre as belíssimas pranchas que figuram neste livro estão algumas obras-primas do desenho de humor brasileiro em todos os tempos. Este livro é uma seleção de trabalhos publicados na imprensa na década de 70, sobretudo no Caderno B do Jornal do Brasil. Uma seleção que vai além da questão ecológica, incluindo desenhos que abordam os tempos difíceis da ditadura militar, da censura draconiana que paralisou a imprensa durante quase uma década.

Dados

Título: So Doi Quando Eu Respiro

ISBN: 9788525411440

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 28 x 21 x 0,58

Páginas: 112

Ano de edição: 2001

Edição:

Participantes

Autor: Caulos

Autor

CAULOS

Caulos nasceu em Araguari, Minas Gerais, em 1943. Trabalhou como desenhista nas grandes publicações brasileiras e no exterior, com destaque para o Jornal do Brasil, Rio de Janeiro e New York Times. Fez parte da grande revolução da imprensa brasileira como colaborador do Pasquim no final da década de 60 e início dos 70. Como artista plástico fez quase uma dezena de exposições individuais no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Galeria Bonino e outras tantas coletivas no Brasil e no exterior. Publicou Só dói quando eu respiro (1977), Errar é humano (1978), Vida de Passarinho (1989), A última flor amarela (1994), Caulos, pinturas (1998) e O princípio e o fim (2001).