Teatro do extase

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Hedra

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Sinopse

“Teatro do êxtase” reúne cinco peças de Fernando Pessoa, concebidas como poemas dramáticos e destinadas mais à leitura do que à encenação. "O marinheiro" (1915), único drama publicado em vida, foi incluído no primeiro número da revista Orpheu e figura, juntamente com "Fausto", como sua peça mais importante. Definida pelo próprio autor como um "drama estático", a obra de matriz simbolista apresenta o diálogo entre três mulheres que velam o corpo de uma donzela, sem nenhuma referência histórica. Ainda estão aqui reunidos "A morte do príncipe", que remonta a "Hamlet", de Shakespeare; "Diálogo no jardim do palácio", com referências platônicas à reflexão sobre o amor e à dicotomia entre corpo e alma; "Salomé, leituras do tema bíblico da mulher fatal"; e "Sakyamuni", representação da ascensão de Siddhartha Gautama ao estado de iluminação. Provavelmente as peças mais acabadas do autor, apresentam como eixo comum a concepção pessoana de "êxtase".

Dados

Título: Teatro Do Extase

ISBN: 9788577156474

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,2 x 20,8 x 0,6

Páginas: 122

Ano copyright: 2020

Coleção: Metabiblioteca

Ano de edição: 2020

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Organizador: Caio Gagliardi

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.